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  • Matheus Brasilino

Sobre os Inimigos da Humanidade

Atualizado: 5 de fev.

É tempo de dar nomes aos bois.


Com a benção e permissão de nosso senhor Jesus Cristo e da Virgem Santíssima, dissertarei sobre os males da modernidade em suas raízes estruturais. Este texto será sobre aqueles que se espreitam sobre as sombras e desenvolvem os vícios, sobre os pontos absolutos impregnados no pensamento social, que arrastam as almas ao abismo, em um processo constante, mas gradual, insistente, mas imperfeito.


O objetivo deste artigo é diagnosticar as raízes de todas as crises, como um médico olhando ao corpo doente, para que assim possa entender a enfermidade e propor alternativas. Não há batalha vencida sem informação e inteligência, da mesma forma, não há como combater, sem conhecer o inimigo.


A decadência social é algo que sofremos de longa data e a maioria das pessoas só percebeu agora porque se intensificou de modo único. No entanto, houveram etapas, degraus, pontos a serem conquistados sem que percebêssemos, para acabar da forma como está.


Tende a piorar, mas da mesma forma, tendemos a reação.


Expostos as motivações, vamos ao argumento.


Plínio Correa, em suas obras, chamava todo o processo de decadência meramente de “revolução”. Tomado pelo ambiente de guerra fria, usou desta linguagem para demonstrar aos homens, de modo que entendessem com facilidade. Usava também o termo “contra revolucionário” para expor toda à medida que contivesse o mal. Usaremos também destes termos, pois convém que alinhemos as linguagens, uma vez que falemos da mesma coisa.


No entanto, usarei também o próprio termo “degradação”, pois iremos além da política e atos concretos, assim como as medidas de contenção serão chamadas de “reacionárias”, pois fazem reação ao que é profano, para defender a verdade e ao bem comum.


As forças do inferno serão então alcunhadas de revolucionárias e degradativas, assim como as do céu serão taxadas como contra revolucionárias e reacionárias.


Serão divididas em cinco partes, começando do menor dos males ao maior, para que se consiga entender nossa influência como pecador de baixo para cima, assim como que a santidade consegue anular os efeitos da estrutura profana em todos os níveis. Como conforto, já devo adiantar que Deus permite a todas as coisas como provações e mesmo que estes inimigos da humanidade pareçam grandiosos aos nossos olhos, eles não são nada mediante a Cristo.


Cabe a nós entender estas provações, para demonstrar nosso amor a Deus, nos libertando destas armadilhas, realizando assim, sobre a intercessão dos santos e as trilhas da tradição, a vontade do pai.


1º Inimigo: Ego

O inimigo mais baixo está presente em cada um de nós.

A doutrina do ego está presente em todas as ideologias, sejam elas individualistas ou coletivistas.


Graças ao efeito do pecado original, tendemos a pensar em nossos interesses e priorizá-los, sufocando assim a caridade, em prol de nossas próprias vontades. O individualista fala da “vontade do indivíduo” e deseja liberdade, o coletivista fala da “vontade do povo” e quer igualdade, se esquecendo da vontade dos céus, que nos avisa caridosamente que não somos iguais, e muito menos livres.


O pecado nos faz de escravos e o orgulho venda nossos olhos. Acabamos desejando, por consequência, abraçar o prazer e fugir da dor. Nos apegamos ao que este mundo tem a oferecer, sem se preocupar com as consequências eternas de nossos atos. Aos mais orgulhosos, passam a culpar os outros pelos seus próprios erros e passam a enxergar nas próprias autoridades, um empecilho para o próprio ego.


O homem talentoso tende a não obedecer a ninguém. Muito envaidecido, se volta contra as leis eternas, tentando criar a “própria felicidade”. Sem a guia de Deus, sufoca os mais fracos em prol de seus delírios, disseminando ódios por onde passa e fazendo seu talento, que deveria ser uma benção, ser visto como uma maldição. “Liberdade acima de tudo, ele diz”, passando por cima de toda a oposição.


O homem sem talento, completamente tomado pela inveja, tende a fazer coalizão contra o talentoso. Planeja greves, protestos e atentados. Usa a revolta do fraco para suprimir todos que possuem qualquer tipo de talento, pois ao invés de justiça, passa a desejar a igualdade, condenando todos a miséria, seja na terra, como na eternidade. “Igualdade acima de tudo", ele diz, passando da mesma forma, por cima de toda a oposição.


O homem talentoso esbanja fartura e ostentação, revoltado contra os pobres que tentam explorá-lo, enquanto o homem sem talento esbanja miséria e penitência, revoltado contra o homem talentoso que o explorou. Ambos afirmam estar com Deus, mas ambos servem apenas o ego. Um está na direita, outro na esquerda, mas nenhum deles serve a cruz.


E quanto mais o tempo passa, mais doutrinas promovedoras do ego se disseminam. Os palestrantes autoproclamados “coachs”, falam para se entregar as suas vontades, alegando que nenhuma força do mundo tem o direito de frear um sonhador. Sindicatos incentivando greves, alegando que a vontade do pobre é maior do que tudo. Movimentos progressistas falando que a sociedade tem o “dever” de aceita-lo como é, independente dos seus defeitos. Psicólogos incentivando as pessoas a “realizarem a vontade do inconsciente”. Até movimentos religiosos, incentivando que todos abandonem a razão, para ter uma fé passional, emotivista, que eleva a sua vontade aos céus, ao invés de elevar a vontade dos céus ao ser.


E o egoísta, quando não tem sua vontade saciada, peca ainda mais. Muitos ainda perdem o sentido da vida, convulsionando-se em depressões e problemas psicológicos.


A doutrina católica, por outro lado, é o repelente perfeito para isso.


Cristo, em terra, exige que neguemos o ego, peguemos nossa cruz e o sigamos. (Lucas 9:23) Exige que amemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. (Mateus 22:34-40)


Logo, o santo é aquele que consegue de modo completo, matar o seu ego, sendo instrumento de Deus sobre a terra, para servir ao seu irmão da melhor forma possível. É aquele que renega o prazer para abraçar a dor, e nada contra a maré deste mundo.


Matando o ego, o homem talentoso se torna amável por aqueles que serve, alcançando a verdadeira felicidade, e o homem sem talento, alcança os céus com muito mais facilidade, pois Deus cobra de cada qual aquilo que lhe é devido. Quanto menos dons, menores as provações e mais rápida é a santidade, que resplandece mais do que qualquer talento. Muitas vezes, o homem sem talento apenas não foi alocado a sua devida vocação, então seu talento está oculto aos olhos do mundo, mas ao servir a Deus, desperta como o maior do talentosos, dispersando assim, toda sua militância e vontade de protestar.


2º Inimigo: Democracia

Sei que muitos discordarão neste ponto, mas é necessário expor.


Um povo corrompido gera uma política corrompida e esta dissemina ainda mais a degradação. Maquiavel dizia que “cada povo tem o líder que merece” e esta, por mais cruel que seja, é a mais verdadeira de todas as suas afirmações.


Aristóteles em sua obra “A Política”, descreve que existem três formas básicas de governo: a primeira onde uma pessoa só governa, a segunda onde poucas pessoas governam e a terceira onde muitos governam.


Quando uma só pessoa governa, é chamado “monarquia”, e se o governante é tomado pelo ego e se corrompe, chama-se “tirania”, pois o suposto rei se torna uma espécie de parasita, esgotando os recursos da pátria, para atender seus próprios caprichos.

Quando poucas pessoas governam, é chamado “aristocracia”, onde um alto conselho dita as leis. Da mesma forma, quando esse alto conselho se corrompe, chama-se “oligarquia”, na qual cada conselheiro cria leis e normas para manter-se no poder perpetuamente, enquanto cometem as piores atrocidades.


Quando muitas pessoas governam, é chamado “republica”, onde um parlamento decide sobre o que deve ser feito e sua forma corrompida é a “democracia”, onde na qual aqueles que tem um “bom papo” e falam o que todos querem ouvir são eleitos, ocupando o lugar pela popularidade e não pelo talento ou virtude.


A bem das verdades, é que as massas não tem conhecimento e nem moralidade para decidir sobre os rumos da pátria. O homem comum não sabe a diferença entre G77 e OCDE, não sabe sobre o “capital estrangeiro” ou sobre problemas estruturais, então ele vota com base no seu ego, confiando naquele que promete saciar suas vontades. Os políticos, em grande maioria, são incompetentes, tendo como único talento mentir para pessoas pobres, visando ganhar de si sua confiança. Fazem promessas utópicas, choram falsamente, brincam com sonhos e emoções, tudo para assumir um cargo que não é digno e afundar a nossa sociedade com mais e mais erros.


Nas monarquias medievais, os reis eram em fato, exemplos a serem seguidos.

Chamados de nobres, eram católicos exemplares, formados nas mais sofisticadas artes e especializações, sendo criados para governar desde a infância. Caso um rei saísse de controle, a igreja o excomungava e se acontecesse, ninguém mais o obedecia, sendo um golpe interno ou invasão externa apenas uma questão de tempo. O povo olhava ao seu rei e o imitava, tentando alcançar parte de sua grandeza. Reconheciam-se como pobres e pecadores, e respeitavam as autoridades, sejam do patriarca da família, sejam do rei, sejam de Deus.


Na democracia, essa ordem se inverte, porque o líder vai querer se parecer com o povo.

Visando ter mais votos, o candidato vai tentar ser o mais “plebe” possível: falando errado, com gírias e palavrões, se portando de maneira baixa, sem compostura e sendo completamente passional. Faz isso para que as massas se identifiquem com ele, gerando um vínculo emocional de lealdade por semelhança. E a baixeza do líder serve de exemplo para degradar as próximas gerações, que terão líderes ainda piores.

Chega a um ponto, que ser normal, falar bem ou ter uma boa retórica se torna um privilégio ou algo “esnobe”. Cria-se a glorificação do homem pobre, homem massa, que está perdido em ego e orgulho, sendo incapaz de buscar novas virtudes e vivendo meramente pelo prazer. Ele passa a ser muito apegado em popularidade e aprovação pública, precisando do apoio da multidão para “ser homem”. As redes sociais e o constante registro por fotos de tudo alimenta essa cultura.


Este homem, em fase final, recebe outro nome, ele vira o “homem democrático”. É o mesmo tipo de homem revolucionário que tentava apedrejar Maria Madalena e mesmo gritou “crucifique-o” para Cristo. Perdido, passa a desprezar todo tipo de virtude e se voltar contra Deus com maior força, obedecendo apenas as leis que são populares de se seguir. Este homem, quando for aprisionado pelo sistema de crédito social, se sentirá em casa, pois já vivia dessa forma muito antes da implantação das medidas.


Além dos danos culturais, a democracia também falha em eficiência.


Um político, antes de se candidatar, para que ele tenha seu nome conhecido pelos meios de comunicação, precisa ter contato com as elites locais e só se torna relevante na eleição, se tiver o apoio das mesmas. Bruce Bueno, cientista político, nomeia essas elites como “chaves de poder”, pois delas se formarão a estabilidade do mandato. Só se governa, se estiver alinhado com as chaves certas, ou tudo desaba. O apoio destes é o que diferencia um “PT” de um “PCdoB” ou até mesmo um “Bolsonaro” de um “Daciolo”.


Mas para ter aliança com essas elites, não é tão simples.


Se torna necessário, mediante a múltiplos acordos, fazer promessas a eles. Essas promessas precisarão ser cumpridas a todo custo, pois cada chave controla uma fatia do parlamento e ao se revoltar contra elas, a tendência é ser derrubado do poder. Os acordos com as elites podem ser legalizados ou não, podem estar ao publico ou não e favorecerão apenas seus próprios interesses, pois estes homens de talento estão tomados pelo ego.


Uma elite agrária pedirá prioridade ao campo, um complexo militar industrial clamará por mais guerras e assim se segue, onde os interesses dos corrompidos prevalecem mediante aos interesses do país, que fica refém da aliança feita por cada candidato.

E esse político, depois de vender a alma para mil demônios diferentes, vai ao público, convencer o pobre ingênuo a votar na sua agenda, dizendo que tudo vai melhorar e que dessa vez, tudo ficará bem, só para que depois de quatro anos tudo se repita e o pobre, em sua ingenuidade, exclame “votamu erradu”.


Além do povo e da elite, há também o próprio parlamento, que não votará nas suas leis, se não fizer acordos com eles também. Hoje em dia até o STF entra nessas disputas.

Tudo isso, por apenas 4 anos de poder, depois o ciclo começa de novo.


No fim, o político, mesmo que tenha começado com boas intenções, já negociou tanto e já fez tantos acordos que já não é mais a mesma pessoa. “Não vos conheço”, dizia Cristo ao julgamento final, (Mateus 7:23) onde pode ser aplicada a essas pobres almas que se perdem em meio a estrutura profana que é a sociedade moderna. Muitos são líderes naturais, outros tiveram passados trágicos e tem sede de justiça, mas não resistem a oferta do demônio de dialogar com o erro, para que no fim, morram sendo apenas sombras corrompidas do que já foram um dia. Em amargura, amaldiçoam a oposição, mentindo e mentindo, para ser adorado pelas massas, que os idolatram como deuses sobre o Sol.


A democracia é profana, como dizia Hoppe, “é um deus que falhou” e precisa ser abolida o mais rápido possível. Em cada eleição, temos que votar no menos pior, mas nunca nos esquecer de que todos são ruins.


Um santo, por outro lado, não é democrático.


Pelo contrário, suas ações em si emitem autoridade naturalmente, porque as massas o seguem voluntariamente. Ele não pede votos, mas Deus o concede poder, seja político, ou espiritual. Quando suas obras dão frutos, o homem democrático tende a querer linchá-lo, não aceitando a influência de Deus sobre a história.


Os santos em muitos casos são impopulares, principalmente em sociedades corrompidas, falando as verdades que ninguém quer ouvir, realizando atos que ninguém quer fazer e sofrendo o martírio por aqueles que o perseguem.


A virtude te destaca, te separa das massas, tornando-se algo muito maior do que a opinião pública ou a visão da maioria. Cada santo que surge mata mais a democracia e restaura a autoridade divina, cortando com a verdade as hordas de “homens democráticos”, que se conformaram com o mundo e se esqueceram da eternidade.


3º Inimigo: Sociedades Secretas

A democracia e outros regimes profanos não se disseminaram espontaneamente.

Existiram forças que agiam secretamente para derrubar a autoridade da igreja, os reinos e impérios governados pelas famílias nobres e tentam esconder essa influência até hoje.


Alegam que o “povo” simplesmente derrubou cada rei, por conta de suas supostas injustiças derivadas do “autoritarismo”. Tais exclamações são profundamente mentirosas e dispersam a opinião pública de certos elementos fundamentais para entendermos as crises.


Esses grupos, que atuaram em prol da revolução, podem ser chamados de “sociedades secretas”, pois são organizações que atuam discretamente na política e dominam nações inteiras, sem que seus respectivos povos percebam. Existem várias, mas apenas as duas maiores são dignas de menção: a Maçonaria e a Internacional Socialista.


Maçonaria, cujo termo deriva do francês de “construtores”, é uma ordem de mercadores que visa controlar, destruir ou dispersar toda e qualquer força que possa se opor aos seus lucros mercadológicos. São um grupo de empresários inescrupulosos que agregam recursos em torno de um grão mestre, em troca de proteção contra todos os elementos que julgam ameaçadores para si.


Criados na Renascença, foram os responsáveis pela disseminação do liberalismo e de toda a ideologia iluminista. Se infiltravam nas nações pelo livre mercado e com suas corporações, subvertiam as autoridades através da corrupção e negociata. Criaram a democracia, porque um rei que não se vendesse era um problema para eles, então o substituíram por presidentes corruptos que governam por meros 4 anos. Homens democráticos são mais fáceis de controlar do que famílias nobres.


Criaram, da mesma forma, o estado laico, para que a religião não conseguisse força o bastante para fazer-lhes oposição concreta. Suas empresas se mostram acima da lei, pois podem moldar as constituições com seus parlamentos comprados e mesmo excomungados, não sofrem boicote, porque religião e política já não se misturam mais.


No ambiente artístico, moldam os valores dos povos. Aqueles que convém que cresçam, serão conservadores, aqueles que convém que apodreçam, serão progressistas. Corrompem artistas monopolizando os meios de comunicação, fazendo com que os sirvam para terem seus nomes conhecidos e disseminem apenas os valores que querem transmitir. Os cegam com drogas, hedonismo e idolatria dos fãs, fazendo-os se sentir invulneráveis, apenas para descarta-los quando não são mais úteis. Por isso muitos destes se matam.


Destroem as corporações que não se alinham com eles e assassinam os líderes que os fazem resistência. Pregam o pacifismo, porque a guerra é ruim para os negócios, mas exterminam raças inteiras que rejeitam sua influência. Assim como eliminam aqueles que os abandonam, sem ter juiz ou força policial que protejam suas vítimas.

São parte da escória maior, vivendo vidas vazias e materialistas e se afundando ainda mais, conforme sobem na hierarquia da organização.


A Internacional Socialista, por outro lado, foi criada pelo próprio Marx, na era industrial, para disseminar sua ideologia. Houveram vezes em que fingiram ser destruídos e ficaram nas sombras, mas esta ordem, da mesma forma, nunca abandonou o jogo político. O marxista, em fato, é cego por uma teoria econômica ultrapassada conhecida como “Valor Trabalho”. Dela, disserta que o trabalho é um fim em si mesmo, e por isso, tem valor absoluto. Se isso fosse verdade, lucro não existiria e todo valor a mais que um líder ganha sobre seu subordinado seria uma exploração.


Com esse argumento, incentiva as massas empobrecidas a se revoltarem contra seus líderes e mestres, para restaurarem uma suposta “igualdade natural” do ser humano. O homem democrático que havia mencionado anteriormente, ao ouvir isso, fica raivoso e passa a querer atacar com violência qualquer semblante de virtude ou forma de autoridade e se não contido, inicia uma revolta armada e posteriormente, um genocídio.


Essa entidade consegue ser pior do que a maçonaria, porque se infiltra da mesma forma, mas combate a virtude com mais vigor. Enquanto o mercador só destrói que entra no caminho de seu lucro, o marxista destrói tudo que entra no caminho da revolução, ou seja, tudo que é bom e leva aos céus.


O socialista odeia o maçom com todas as suas forças e é correspondido com um ódio e desprezo semelhante. Essas duas sociedades secretas se infiltram no ambiente acadêmico, doutrinando os talentosos e quando os mesmos alcançam prosperidade, se tornam a elite local que o político vai buscar. Quando a Maçonaria tem domínio das chaves de poder, a nação passa ao seu controle e degrada com drogas, prostituição e erotismo por todos os lados. Quando a Internacional Socialista tem domínio sobre as chaves de poder, as noções de pátria, família, Deus, virtude, pecado e autoridade são diluídas de modo opressor e sistemático, regressando civilizações a verdadeira barbárie, eliminando sistematicamente corpos e almas.


Muitos alegam que o comunismo é péssimo por conta dos genocídios que já aconteceram, o que de fato é bem ruim, mas creio que o pior do marxismo é a destruição das bases fundamentais da civilização em prol de sua revolução. "Não temeis aqueles que matam o corpo, mas sim a sua alma." (Mateus 10: 28-33) Os marxistas são piores porque eles atacam com mais força, um pilar que o maçom já tinha começado a atacar e com uma intenção bem mais profana. Enquanto um faz por ganância, outro faz por ira a Deus e inveja ao irmão.


São como a analogia do homem talentoso e do homem sem talento, mas em níveis muito maiores.


4º Inimigo: Judeus

Quando Cristo foi crucificado, o véu do templo se rasgou, consolidando assim, a Nova Aliança. (Mateus 27:51) A graça de Deus, a partir daquele momento, se tornara acessível a todos os povos e nações.


O que antes era um privilégio do povo escolhido, foi-se universalizado. Os hebreus, falhando em honrar a Antiga Aliança, ainda seriam preservados e se destacariam no mundo, porém, não estariam mais tão discrepantes do restante, pois o cristianismo deveria unificar a todos como irmãos, como o Apóstolo Paulo havia mencionado em Gálatas 3:28.


O privilégio que estava exclusivo a uma raça, fora disseminado pelo mundo inteiro, possibilitando assim, a salvação de todos que estivessem dispostos a seguir os mandamentos e servir em causa maior. Romanos, gregos, persas, gauleses e qualquer um que quisesse sair da prisão do pecado, teria em seu auxílio o Espírito Santo e a doutrina redentora para mude de vida e marche em direção aos céus.


Foi o evento mais louvável da história da humanidade, pois nos possibilitou sair dos ciclos de degradação e finalmente avançar, dando-nos sentido a nossa existência e retirando-nos da prisão de Eva.


No entanto, nem todos comemoraram tal situação.


Quando Jesus caminhava sobre a terra, os hebreus estavam divididos em quatro facções: os fariseus, que desejavam a independência de Israel e o fim do controle romano, admirando Moisés, os saduceus, que desejavam se aprofundar na mística, visando ter poderes, admirando Elias, os zelotes, que eram excessivamente apegados as tradições, admirando Abraão e por fim, os publicanos, que eram hebreus de raça, mas que rejeitaram completamente a cultura de seu povo, para servir Roma, admirando Cesar. (estes eram odiados por todos os outros)


Conforme o reino de Deus fora anunciado, membros das quatro facções se converteram e depois da ressureição, essas conversões se massificaram. Porém, ainda assim, muitos fariseus e saduceus continuaram negando a Cristo e continuando aos velhos caminhos. Faziam isso para proteger muitos de seus pecados, que sobre a luz de Deus, eram expostos completamente.


Os fariseus, em dado momento, realizaram uma revolta massiva, visando pela guerra, se libertar de Roma. Cometeram muitas atrocidades, sendo comparáveis a bárbaros por múltiplos historiadores. Os romanos reagiram e venceram as batalhas, pois os fariseus, sem a graça divina e sem a antiga aliança, não conseguiam ser relevantes. Tinham recursos, mas não venciam, tinham virtudes, mas eram superados, perdendo assim a guerra.


Roma, para se vingar, optou pelo genocídio, cumprindo a visão que Cristo teve de Jerusalém. “Não restará pedra sobre pedra”. (Lucas 21: 5-19)


Os hebreus, para sobreviver, tiveram de fugir, passando assim pela diáspora, onde foram dispersos por toda a Roma, perdendo para sempre, o Templo da Aliança e sua majestosa capital. Os cristãos que estavam ali também se dispersaram, pagando pelos crimes de seus irmãos.


Enquanto os cristãos viviam pela caridade, eram martirizados e convertiam mais e mais almas, os hebreus não convertidos optaram por um novo caminho.


Portados apenas do Velho Testamento, (que chamam de Torá) desenvolveram um novo livro, chamado Talmude, rejeitando a Cristo de modo definitivo, para servir ao seu próprio ego de modo como nenhum povo jamais o fez. Rejeitam a todas as raças, alegando que são inferiores, enquanto gritam orgulhosamente que apenas eles são abençoados por Deus. Os outros seriam “Goyins” (impuros) e por isso, merecem a servidão, a morte e o inferno.


Não há mais amor neste tipo de cultura e mentalidade, por isso eles não são mais chamados hebreus. São judeus e vivem para degradar.


Recusando-se a trabalhar para outros povos, eles vivem como minorias raciais em todas as nações, através da movimentação financeira. Ficam nos bancos, realizando empréstimos, nos cassinos, incentivando a jogatina e na bolsa de valores, incentivando os investimentos. Movimentando dinheiro aqui e ali, eles lucram como ninguém, girando a sua existência através do pecado da usura.


Certamente nem todos fazem isso, mas todos absorvem essa cultura e trabalham juntos para a preservação da sua raça e destruição das outras.


A degradação dos povos é benéfica a eles. Quanto mais infeliz o homem democrático for, mais ele vai jogar, fugindo da realidade, mais ele se endividará, sendo refém do banco e mais suas empresas serão incapazes de produzir bem, dependendo cada vez mais dos seus acionistas.


Durante a Idade Média, a igreja condenou a usura, fazendo com que não fossem fortes e a inquisição os perseguia, impedindo assim, uma degradação social maior. Quando o protestantismo explodiu, no entanto, o judeu encontrou um novo lar, onde poderia fazer a sua base corrupta sem ser perseguido.


O nobre que se aproximava do judeu logo se corrompia, enquanto o que se afastava, prosperava. Em dado momento, o judeu passou a emprestar dinheiro ao homem do mercado e com isso, criou o capitalismo, intensificando consideravelmente a cadeia de degradação.


O mercador, que antes só queria servir a sua população distribuindo seus recursos em suas lojas, passou a pensar em lucro acima de tudo, afinal, ele precisava pagar os seus acionistas judaicos e/ou os empréstimos do banco. Para isso, ele começou a passar por cima do trabalhador, da lei, do rei a da igreja, formando assim sociedades secretas, que terminaram na Maçonaria.


O maçom foi derrubando a influência católica no mundo, fazendo “estados laicos” e “democracias”, espalhando assim a influência judaica e o seu capitalismo. A cultura gradualmente se degenerou, pois se antes pregava bons valores, passou a disseminar prazer, para vender mais. As famílias nobres foram caindo uma a uma, até que o mundo inteiro passou para a mão do autoproclamado “povo escolhido”, que hoje, em pleno reset, decide quem vive e quem morre em suas mansões luxuosas.


Da mesma forma, o judeu também investe no socialista, quando o mercador fica forte demais. Faz um atacar o outro e sempre financia o lado mais fraco para que o conflito nunca termine. Marx era judeu e em suas obras, ele não critica a usura, focando sua ira exclusivamente no homem que produz e nunca no que empresta, tornando sua ideologia, o fantoche perfeito para os banqueiros globais.


Lutero, quando percebeu a influência judaica dominando os países protestantes, tentou avisá-los, mas ninguém lhe ouviu. Quando os alemães descobriram sobre isso, sua ira foi tão grande, que tentaram exterminá-los. Os católicos tem como referência os escritos dos santos, como Agostinho de Hipona, que tinha esperança de convertê-los, alegando que no fim dos tempos, eles retornarão a casa do pai, onde deixarão seu orgulho racial de lado para estar em comunhão com Deus outra vez.


Um santo se torna livre do controle judaico à medida que se mortifica, pois ele não foge da realidade pelos jogos e não tenta pegar dinheiro que não merece, seja pelo empréstimo ou movimentação financeira. Uma pátria católica, da mesma forma, não precisaria de empréstimo do FMI para se sustentar, pois a própria virtude e devoção os encaminharia aos rumos corretos, dando-lhes os recursos merecidos.


É triste quando se lê o Velho Testamento e nota o quão grandioso eles já foram. Por não crerem em Cristo, ainda esperam um Messias que os governará sobre a Terra. Talvez no fim dos tempos eles realmente se convertam, quando se depararem com seu Messias falso e notarem que o mesmo é o Anticristo.


5° Inimigo: Lúcifer

Podem se perguntar nesse momento: “mas e os saduceus, o que aconteceu com os saduceus não convertidos?” Digo-lhes que eles se tornaram inimigos ainda mais assustadores.


Os saduceus eram obcecados por mística, querendo “ter poderes mágicos” a todo custo. Amavam Elias e Salomão e tentavam contato com todo tipo de demônio para ter dons sobrenaturais. Quanto mais poderosos ficavam, mais crimes cometiam, pois as entidades que serviam os enlouquecia.


Seus corpos também degradavam, tornando-os leprosos, doença característica de quem “abusou” da profanação.

Da mesma forma, não suportavam a ideia de fazer a vontade de Deus, pois queriam milagres ao seu bel prazer.


Por isso, quando a diáspora aconteceu, se misturaram entre os pagãos e se apropriaram de seus hábitos profanos. Louvando a muitos “deuses”, adquiriram conhecimento babilônico, egípcio, persa, grego e romano e neste período, muitos “magos” depravados surgiram. Dentre eles, um se destacou.


Simão, o mago, andava por muitas nações e tinha muitos contatos entre as elites. Quando os apóstolos atravessaram o império, se aproximou e falsamente se converteu.

Quando se aproximou do apóstolo Pedro, ofereceu-lhe dinheiro em troca de seus dons, pois ele queria curar pessoas e concedê-las o Espírito Santo. São Pedro o excomungou e tal evento é relatado explicitamente no livro sagrado. (Atos 8: 9-24)


Daí, ele se degradou completamente.


Se afundando mais e mais em mística profana, e de demônio em demônio, ele chegou até o líder. O Diabo o contatou, sobre a alcunha de Lúcifer (portador da luz) para lhe oferecer conhecimento místico em escala hedionda. Apresentava a ele uma forma feminina, na qual nomeou de Sofia, (sabedoria) e montou sua própria seita a partir do ocultismo. Ambos diziam “não servirei”, em revolta aberta contra Deus.


Esta seita era composta por judeus de raça, que faziam parte dos saduceus não convertidos. Dali formou-se o que se conhece hoje como Kaballah. (recebimento)


Em pouco tempo, a Kaballah se infiltrou no alto escalão judaico e até hoje ela o governa. Quando um judeu é muito bem sucedido e entra no grupo dos líderes da raça, passa a ler um terceiro livro da tradição, conhecido como “Zohar” e é iniciado ao ocultismo. Em certos momentos da história, eles recrutam pessoas de outras raças, formando assim “ordens gnósticas”.


Gnose significa conhecimento, pois o judeu cabalístico, quando precisa de alguém para sujar suas mãos por ele, transmite um pouco do que sabe ao estrangeiro e fala que ele é um “predestinado de Sofia” e que transcenderá através do conhecimento. Por isso, o gnosticismo é uma ideologia que nunca termina, sempre surgindo com novas formas e estilos, sendo o verdadeiro satanismo deste mundo.


Todas as ideologias modernas foram produzidas por gnósticos.


Eric Voegelin observa em seus escritos o padrão de cada uma delas: o iluminismo se espalha vendendo que o plebeu deve adquirir um “conhecimento iluminado” para se libertar da prisão dos nobres. O marxismo se espalha vendendo que o trabalhador deve adquirir uma “consciência de classe” para se libertar da prisão do burguês. O fascismo se espalha vendendo que o homem da raça ariana deve adquirir a “teoria das raças” para escapar da prisão judaica. O progressista deve adquirir o “autoconhecimento” para se libertar da "heteronormatividade machista".


Todos eles têm um conhecimento iluminado, ou uma "gnose" para fazer um paraíso sobre a terra. Conhecimento esse que vem das cavernas cabalísticas, de Lúcifer, ou Sofia, que é representada hoje pela Estátua da Liberdade, “portando a luz” da maior potência do mundo moderno.


Onde se tem uma minoria judaica, se terão também membros da Kaballah, cometendo crime hediondos, incentivando possessões e sacrificando pessoas. Da mesma região se espalha usura e ordens gnósticas, para que posteriormente cresçam maçons e marxistas.


Estes são os homens que governam este mundo e diferentes dos outros judeus, eles sabem que o messias falso deles é o Anticristo, e fazem todo o possível para acelerar a sua vinda.


Conclusão

Uma vez diagnosticado o problema, será necessário um outro texto para sugerir soluções, este já ficou demasiadamente grande. Mas adianto que a santidade prevalece sobre tudo.


Um santo se liberta da prisão do ego, dissemina a verdade e pela caridade converte almas. Essas almas, quando devotas, rejeitam a democracia e restauram a ordem natural e autoridade legítima. Autoritários, saem do sistema financeiro internacional e escapam da usura. Sem o sistema financeiro incentivando a degradação, as almas não se perdem, retornando aos céus e encontrando Deus face a face ao fim de suas jornadas.


Um santo derrota o homem democrático, o maçom, o socialista, o judeu, o gnóstico e o cabalístico apenas com seu testemunho de vida e pela graça de Deus, derrota o demônio e todas as suas artimanhas.


Em tempos que parecem ser o fim, que possamos preservar nossas almas e nos dedicar ainda mais na busca pela santidade, para escapar dessa estrutura profana, cumprindo assim, o que fomos designados a cumprir.



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