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  • Foto do escritorMatheus Brasilino

Sobre um Possível Futuro

E retornamos uma vez mais, com o que provavelmente será o primeiro texto de 2023.


O ano passado foi bem movimentado, e particularmente digo, foi maravilhoso em muitos aspectos, mesmo que para muitos as maravilhas ainda estejam ocultas aos olhos.


O tema de hoje será uma pequena estimativa do que acontecerá futuramente, e uma posição oficial sobre o “Fim dos Tempos”, cujo qual por compreensível razão, sempre será muito debatido em todos os círculos intelectuais providos da verdadeira fé. Esse texto demorou para ser lançado, porque o futuro é, de fato, um tema de máxima complexidade, e deve-se ser cauteloso para não tropeçar em alguma heresia, ou ser presunçoso com relação a compreensão da realidade.


Uma vez expostas as motivações, como de praxe, seguimos ao argumento.


Mas antes de avançar no assunto em específico, queria estabelecer algumas bases, para facilitar a compreensão. Caso este seja o primeiro texto que o caro leitor tenha acesso deste site, não ficará perdido se as entender.


A primeira delas, é que mesmo estimando, ninguém consegue prever o futuro com precisão, principalmente o Fim dos Tempos, cujo qual o próprio Deus afirma que não revelará o dia, e que será uma surpresa a toda a humanidade. Mesmo os profetas, quando lançavam suas visões, sempre as emitiam com tons de ambiguidade, para que fossem de difícil interpretação. Isso acontece por causa do livre arbítrio, não podemos ter certeza, por conta da liberdade humana e das decisões individuais, então tudo sempre é aproximado ou metafórico.


A segunda, é que para se compreender os rumos da civilização, se é necessário entender quem são os governantes desse mundo, então um certo conhecimento mundano é requisito chave. Deixarei quatro textos anteriores sobre as forças que nos conduzem das sombras, para que possam entender de antemão, antes de embarcar na ordem dos eventos.


Sobre os Inimigos da Humanidade: https://www.redemptus.org/post/sobre-os-inimigos-da-humanidade

Sobre a Revolução: https://www.redemptus.org/post/sobre-a-revolução

Sobre a Redenção do Brasil: https://www.redemptus.org/post/sobre-a-redenção-do-brasil

Sobre o Grande Reset: https://www.redemptus.org/post/sobre-o-grande-reset


A terceira base, é que assumirei algumas posições teológicas que estão deixadas em aberto pela Santa Igreja. Disso se surge um grande risco de erro, mas ao mesmo tempo, é necessário para se avançar no argumento. Lembrando que por estar em aberto, mesmo que aja erro, não consiste em heresia, e se em algum momento, o Papa declarar um dogma que negue essas bases, já deixo claro que renego e fico do lado do Pontífice. Isso deveria ser óbvio, mas considerando o quão louco esse mundo está, é bom deixar por escrito.


Vou correr o risco de ser tedioso de fazer uma lista dentro de outra lista, mas vou apontar essas posições teológicas.


1 – Vou assumir que o teólogo Peter Binsfield, por mais polêmico que seja, está correto: que os sete pecados capitais, quando assumem grande escala social, são conduzidos pelos 7 príncipes do inferno, via mística. Arrisco-me ainda em apontar esses 7 nos Inimigos da Humanidade de hoje.



2- Vou assumir que “anjos são estrelas”.

Não significa que literalmente os corpos celestes sejam angélicos, mas que nas sagradas escrituras, quando se referem a estrelas, e se usa do recurso da metáfora, estão se referindo a influência angélica. Seguindo essa lógica, a astrologia se torna ainda mais demoníaca, assim como justifica os pagãos fazerem rituais em dias específicos, quando “estrela x” é vista sobre os céus.


Considerando como axioma, isso também nos indica que no livro de Gênesis, os anjos foram criados no quarto dia da criação, e tinham como função, auxiliar e guiar os homens. Por isso também Lúcifer é apontado como “antiga e corrompida estrela da manhã”, (e os judeus tem uma estrela da bandeira) estrela essa, que foi substituída.


3- Vou assumir que a degradação dos anjos aconteceu junto com a degradação dos homens.


Parece que os anjos caíram primeiro, mas isso nos coloca em vários questionamentos, como por exemplo: Se Lúcifer já tinha caído quando o homem foi criado, por que não nos é relatado nada sobre sua queda no livro de Gênesis? E se houve a queda, por que eles ainda tinham acesso ao Éden? Quem se condena, não pode se aproximar de alguém sem pecado, pois é como se houvesse “um abismo” entre ambos. (Lucas 16:26)


Além disso, o tempo é um atributo do mundo material, não passa no mundo espiritual. Por isso que a condenação pós morte, assim como a salvação, são eternas, não tem como retornar. Como os anjos poderiam ter caído sem que houvesse uma linha do tempo estabelecida?


É mais plausível considerar que os anjos revoltosos estavam no mundo espiritual quando o homem foi criado e passaram a pecar desorientando Eva, tornando o pecado original nosso, sendo como o deles também. E durante todo o Velho Testamento, conforme a humanidade foi degradando e se tornando idólatra, também os anjos foram se corrompendo e se autoproclamando como “deuses”. Por isso, na era antiga, se havia muito mais mística.


Isso também explicaria o fato de no livro de Jó, ele ser testado pelo demônio, que nessa época, ainda conversava com Deus. O protagonista penitente chegou a ver Leviatã e Bahamut antes de suas respectivas quedas, pois ambos lhe tentavam com a ganância e a inveja. Moises derrotou Baal no Êxodo, Elias o derrota novamente em Reis, o Arcanjo Rafael derrotou Asmodeus no livro de Tobias, os anjos do senhor derrubavam sua cidade de Sodoma, no tempo de Abraão, assim como o profeta Isaías, quando profetizava sobre a vinda de Cristo, viu a queda definitiva de Lúcifer.


Se este ponto estiver correto, o livro de Apocalipse narra o exto momento da Guerra dos Céus como sendo no Natal, pois Miguel derrota Lúcifer, para defender Maria, grávida de nosso senhor, pisando na cabeça da serpente com o seu “faça-se em mim segundo a vossa palavra”. No Apocalipse também descreve que um terço das estrelas caíram dos céus e a justiça foi feita contra todos os anjos rebeldes, que a partir da ascensão de nosso senhor, foram jogadas ao inferno. Penso que o Apocalipse é bem literal nesse ponto, e quando a batalha final estiver sobre nós, todos terão visões e ficarão cientes disso. (No livro é narrado que esses eventos serão transmitidos sobre os céus)


Por fim, isso também explicaria o fato da criação da Kaballah ter sido feita por Simão, o mago, no tempo dos apóstolos. Pois o anjo caído, expulso para o inferno, começou a arquitetar a sua própria igreja, acolhendo sobre si os judeus que rejeitaram a Cristo e através deles, espalhar as 7 cabeças do corpo profano que governa nossa sociedade moderna.


4- Assumir que Fulton Sheen foi certeiro quando nomeou o criador como “Sumo Poeta”.

Vou ainda mais além e apontar que a história da salvação é como uma grande epopeia interativa envolvendo criador e criatura, sendo nomeada como “Livro da Vida”, múltiplas vezes nas sagradas escrituras. Este que será aberto e esclarecido de vez no último dia, e que tem nossos nomes escritos desde o início da criação, mas que podem ser “riscados” ou “apagados”, por conta do pecado.


Se isso estiver correto, nos dá um referencial muito grande, pois todo evento da Nova Aliança, estaria ligado intimamente com os eventos da Antiga Aliança, como se “rimassem”, entre si. Tudo que os hebreus passaram, seria de consequência, passado por nós, mas em escala muito maior, fechando o ciclo sem deixar nenhuma “ponta solta”.


Na analogia do venerável sacerdote, Cristo seria o novo Adão, e Maria seria nova Eva, e a Igreja Católica seria a “Nova Israel”.


Disso, estimo que os eventos batem perfeitamente.


Os maiores inimigos dos hebreus, eram os caldeus, seus ancestrais, que tentaram fazer a “Torre de Babel” na era dos primeiros homens, assim como nos católicos temos os judeus como inimigos, que são nossos ancestrais e crucificaram nosso senhor Jesus Cristo.


A primeira era da igreja, o tempo apostólico de Pedro e Paulo, podem ser comparados dignamente com a primeira era hebraica, que era tribal, com Abraão e as 12 tribos. (12 apóstolos, no nosso caso) A segunda era da igreja, o período romano, pode ser comparado ao tempo dos Juízes, onde só havia guerra contra os bárbaros, mas a nossa guerra, em fato, era intelectual e mística, contra as heresias e credos pagãos. Se com os hebreus foi-se formada a pátria israelita, conosco se formou a estrutura da igreja e a Bíblia oficial.


A terceira era da igreja, o período medieval, equivale ao período de Reis. Os hebreus tiveram Davi, Isaias e Elias, enquanto nós tivemos São Luís, São Tomas e São Francisco de Assis, sendo a era de ouro de ambos. O quarto período que seria a era moderna, também corresponde a degradação de Israel, com o ecumenismo matando a ambos e nos jogando consequentemente ao jugo estrangeiro.


Estamos então na parte final da história, a era dos profetas, onde se os hebreus passaram por 4 domínios diferentes, creio que também passaremos. Eles esperavam o Messias, e nós esperamos a Parusia, a segunda vinda de Cristo, e a partir desse referencial extraordinário, poderemos estimar como pode acontecer a ordem dos eventos via conhecimento bíblico.


Essas são as bases, então seguiremos para a estimativa.


Os 4 reis e as Profecias

No tempo dos hebreus, o primeiro domínio foi o Babilônico.


A Babilônia, na Bíblia, é sinônimo de corrupção em todo o simbolismo, assim como o Egito significa escravidão e satanismo. A raça que fundou esse império era a dos Caldeus, povo original da torre de Babel e de fato, pior inimigo dos hebreus.


Eram perigosos justamente por conta da sua tolerância e corrupção. Eles eram violentos contra a verdadeira fé, mas totalmente ecumênicos para com aqueles que rejeitassem a Deus. Eram muito prósperos, e praticavam muita usura, levando muitos do povo escolhido a degradação. O credo da Kaballah, em representar o anjo caído como uma mulher veio deles, assim como boa parte dos conceitos gnósticos.


Por admirarem a torre de Babel e por ter grandes avanços na engenharia, eram como um “império construtor”, ou ao menos assim se autoproclamavam.


Se olharem aos Inimigos da Humanidade hoje, qual deles apresentam essas características? Rico, ecumênico, “construtor”, corrupto, usurário e diretamente ligado ao ancestral corrompido. Se respondeu com “maçonaria”, acertou em cheio.


Os maçons abriram o caminho para a construção da nova torre de Babel, que será o terceiro templo judaico em Jerusalém.


O domínio babilônico durou exatamente 70 anos, assim como o maçônico, (1945 – 2015) e ambos deixaram sementes corrompidas, que ambos os povos escolhidos carregaram, (Sofia-Acamot /Liberalismo/ Idolatria/Falso Concílio) para depois serem derrubados posteriormente pelo segundo império.


No tempo da Babilônia, tivemos grandes profetas como Daniel, Ezequiel e Jeremias, e na nossa era, equivale aos grandes santos que viverem de modo penitente, mesmo quando todos estavam sobre conforto, como Padre Pio e São José Maria Escrivá.


A Pérsia foi o segundo domínio, e eles foram bem diferentes, mas tão perigosos quanto.


O paganismo deles era dualista, acreditando em dois deuses, sendo um do bem, e outro do mal, (Yin Yang, talvez?) e eram muito mais “materialistas”, (no sentido de amarem os bens materiais) promovendo constantes disputas de cargo e influência entre seus súditos. Perseguiram a verdadeira fé por um tempo, mas depois a toleraram, graças aos avanços do profeta Daniel, que chegou ao topo da estrutura. Mas ao mesmo tempo, foi um período de grande pobreza e escassez, sendo também muito mais duradouro.


Penso que para nós, o domínio persa se refletirá no domínio chinês socialista.


Religiosamente falando, o credo deles é muito semelhante ao credo persa daqueles tempos, e pelo sistema de crédito social, espera-se que também promovam disputas internas constantes em seu vasto domínio. Com o socialismo se tornando a ideologia dominante, eles formarão as bases de um governo único global, e depois desabarão, porque nenhum principado injusto é eterno. Talvez durem dois séculos, assim como os persas. O autoritarismo oriental parece conseguir segurar as rédeas de suas crises internas por um longo tempo.


O Grande Reset, por sinal, é um processo de anexação. Uma vez que a Internacional Socialista tomou o trono maçônico na ONU em 2015, o próximo passo deles é reformar a Nova Ordem Mundial para destruir de vez o domínio dos mercadores, e colocar na mão do “Grande Irmão”. (ou “grande cumpanheiru”, no nosso caso)


Tivemos uma chance de sair desse domínio esse ano, e confesso que fiquei entusiasmado. Se um golpe de estado saísse esse ano poderíamos parar o processo, ao menos em nossas terras, mas infelizmente não foi dessa vez. Então agora é dar um jeito de sobreviver na estrutura distópica sem se corromper.


Nossos santos novamente serão como os profetas, e assim como Esdras e Neemias, restaurarão nossas igrejas, que não já mais acomodadas pelo conforto, clamarão a Deus de coração contrito uma vez mais. Nossos místicos serão como Tobias, e auxiliados pelo Arcanjo Rafael, derrotarão o demônio da Luxuria e seu “Metaverso”, trazendo a cura espiritual que os cegos tanto buscavam para as trilhas da salvação. Por isso penso que a maior preocupação do cristão de hoje deveria ser se tornar penitente e sair da estrutura o mais rápido possível.


É um fato que Daniel chegou ao topo e reduziu as perseguições, mas foi fazendo justamente o oposto do que a estrita razão mandaria. Ao invés de querer se aparecer e subir pelo próprio talento, ele não se misturava com os pagãos, fazendo penitência constantemente e vivendo sobre miséria, mesmo dentro dos palácios. Como consequência, o criador lhe transformou no mais talentoso dos homens de sua época, e por sua eficiência, conseguiu mudar o mundo.


Logo, precisamos rejeitar o crédito social, a luta por reputação, as fotos constantes, a digitalização da realidade, a obsessão pela sobrevivência e o apego aos bens materiais, para que o criador nos conduza neste segundo domínio e possamos formar as bases para um dia, conduzirem uma futura reação.


E depois de 200 anos?


Depois, é claro, as coisas ficam mais interessantes.


Na história da Antiga Aliança, seguindo a queda dos Persas, houve o domínio grego.

Os gregos foram terríveis. Fizeram múltiplos genocídios e eram muito idólatras, forçando o paganismo goela a baixo a todos os seus domínios. Instalaram a “Abominação da Desolação no Lugar Santo", que imagino ser uma imagem do Anjo Caído no Templo de Jerusalém.


Por consequência, colheram apenas instabilidades e crises constantes, onde Israel, pela glória de Deus, se libertou de seu domínio, sendo independente uma última vez.


Foi a revolta dos Macabeus.


Com a força agregada durante o domínio persa, conseguiram repelir os pagãos, em uma sequência de brutais guerras, até conseguirem reconquistar a terra prometida. Os gregos não conseguiram revidar, pois em seu orgulho, se dividiram em várias nações, que se combatiam entre si em infinitos conflitos internos, garantindo certa estabilidade ao povo escolhido.


Ao meu ver, nossos “gregos”, serão os gnósticos, que se autoproclamavam “neoplatonistas”, para disseminar bruxaria.


Na cultura, podemos ver muito do gnosticismo impregnado via simbolismo, como que preparando a população para adotar uma nova crença, quando a crise estourar. Enquanto a igreja hoje prega diálogo, os gnósticos recrutam os revoltados com sede de justiça, para torna-los o alicerce da próxima etapa da revolução.


Então depois de 200 anos de socialismo global, o governo mundial certamente vai travar por conta da crise chinesa e o mundo, que já será bem diferente do que conhecemos, reagirá de modo insano.


Por conta das perseguições, todas as manifestações religiosas ficarão ocultas por muito tempo, (menos as que serviram de campo doutrinal marxista) mas entendam que isso também dará brecha para muitas seitas terríveis surgirem e se fortalecerem. (considerando novamente que a população já está sendo preparada para isso) Enquanto os comunistas gritarão que “só a matéria importa”, os milhares de novos gnósticos, para reagir gritarão que “toda matéria é profana, que o criador é mal e só o espírito importa”. Através de seus pactos, acumularão nas sombras seus créditos sociais, e pela cultura da bajulação, ocultarão seus crimes.


E então, depois de muito tempo assim, o socialismo desaba, e essas milhares de seitas, (muito maiores e mais influentes) que antes ficavam nas sombras, sairão sobre a luz do dia, guiando assim o próximo passo da revolução. Será um período de muitas guerras e muitos crimes hediondos, pois todos desejarão pegar o trono do oriente.


Os católicos se tornarão, neste mundo, os inimigos públicos, porque além de não se curvarem ao sistema de crédito social, eles reduzem os poderes profanos dos bruxos. Afinal, onde se tem a presença de Deus, os demônios não poderão agir. Então os gnósticos ordenarão a matança e o sacrifício sistemático de cada crente, para que não fiquem em desvantagem mística, sobre seus competidores ocultistas nas suas disputas cíclicas por poder. Por isso Paulo dizia a Timóteo, que haverá um tempo, onde a verdade e a sagrada doutrina serão completamente repudiadas, e os homens ímpios não a suportarão.


Se os maçons fizeram o terceiro templo, e o socialista fará o governo global, o gnóstico tentará o último passo, que seria invocar o “Anticristo”, porque saberão que quem conseguir, governará o mundo todo, encerrando as guerras de vez. O Ambientalismo também mostrará sua verdadeira face, mostrando que na verdade, não é a poluição que acabará com o mundo, e sim os pecados, e que sua revolta no fim, não é para “salvar as próximas gerações”, mas sim contra Deus, porque sabem que o Apocalipse se aproxima.


Nesse momento, se aplicará a passagem da Grande Tribulação, onde nosso senhor Jesus Cristo vai dizer que “muitos virão em seu nome”, (Mateus 24:23) pois os ocultistas, querendo “Ser como Deus”, se autoproclamarão aos montes como “Novos Messias”.


No entanto, como Deus nunca abandona os seus, também nos será concebida uma nova “Revolta dos Macabeus”. Um novo império católico surgirá uma vez mais para dar abrigo aos perseguidos e conseguirá fazer resistência aos bruxos em todos os aspectos. E qual império eu acho que receberá essa missão? Dicas: é a única nação do mundo que uma imagem gigantesca de Cristo, com os braços abertos, em sua entrada. É a nação com maior número de católicos no mundo, e também a que tem mais recursos, sejam naturais, ou humanos, com a Amazônia, e com seus gênios em todas as áreas.


Isso mesmo, seremos nós. Brasil, o Império do Redentor.


Mediante a essa possibilidade, então os esforços para a conversão das almas devem ser realizados visando o Brasil de 2200. Precisamos preparar as novas gerações para construir esse império redentor. Não basta levar as pessoas para a igreja, mas precisamos ensinar o que é o verdadeiro catolicismo. Nossas músicas religiosas belphegoristas só falam de amor e paz, de lágrimas e consolação, mas não há nenhuma letra falando por exemplo do martírio, da guerra justa e de como uma heresia pode acabar com a vida de alguém. Enquanto isso, os gnósticos lançam seus metais e raps gritando explicitamente “MATEM, MATEM, MATEM”. A agressividade que falta em um, tem no outro em excesso, e é necessário equilibrar as coisas.


Os homens precisam aprender a lutar, tanto física, quanto intelectualmente, e se possível, se armarem. As mulheres precisam aprender que não se faz amizade com qualquer um, pois aquele que não tem os mesmos valores, nunca será um verdadeiro amigo. O alto clero muitas vezes diz para nos integrarmos, (para a alegria das mesmas mulheres) mas estão errados, estamos nos diluindo e afundando nesse mar de lixo que é a modernidade. Precisamos nos isolar, levantar muros, formar barreiras, e se possível, explodir as pontes, porque do lado de fora do credo, só existem zumbis.


A conversão das almas não vai acontecer via bajulação, ou influência, e muito menos via música, brincadeiras, ou atividades lúdicas. Estamos sobre domínio persa, só traremos almas a casa do pai pelo testemunho verdadeiro de fé da crença ancestral que já sobreviveu por dois milênios. E ainda não serão muitos, e precisamos nos conformar com essa verdade óbvia. A maioria das pessoas vai preferir o conforto, as mentiras, e os demônios, outros só aprenderão quando a vida lhes trazer sofrimento, e ainda terão aqueles que só se converterão ao fim da vida.


Nosso papel aqui é alcançar a santidade. Não somos políticos. Não precisamos e nem devemos ser amados pelas massas.


Precisamos ser aqueles que mostrem aos poucos escolhidos, com nossas vidas, que tudo nesse mundo é uma ilusão passageira, e que existem causas maiores, reais e eternas para se lutar. E quando o mundo nos perguntar se somos “donos da verdade”, que respondamos que não, pois se fossemos donos, não seria tão verdade assim, mas pelo contrário, somos servos dela, e por conta disso, devemos adorá-la em cada ato.


Por último, por tudo que é mais sagrado, joguem no fogo tudo que tem sobre pacifismo e ecumenismo. Ao homem católico, a violência não é uma opção, mas julgando as depravações que existem hoje, e ainda as que virão, é um dever.


Mas e o que acontecerá depois do domínio grego/gnóstico?


Daí as coisas ficam bem mais feias.


Depois da Grécia, vem Roma, o último império, e por sinal, o mais poderoso, aquele que conseguiu dominar o mundo.


O Império Romano dominou Israel com grande facilidade, sem precisar fazer guerras. Eles simplesmente apoiaram um rei fantoche, e por conta disso, anexaram a nação inteira. Só conseguiu fazer isso por conta da ascensão de Julio Cesar, o imperador que acabou com a corrupção, mas em troca disso, centralizou todo o poder em si, para ser tratado como um deus.


Esse mesmo império era tão eficiente e tão próspero que literalmente corrompeu a todos, ou ao menos quase todos, apenas aqueles que seguiam João Batista tinham progresso em sua redenção. Roma também é lembrada por ter crucificado nosso senhor e ter perseguido implacavelmente os primeiros cristãos, antes da conversão de Constantino.


Não havia poder terreno capaz de contestar a soberania imperial.


No nosso caso, creio que também haverá um novo “Império Romano”, mas será justamente o império do Anticristo. É difícil estimar qualquer coisa sobre isso, pois é o domínio mais distante de nossa realidade, então nossas referências são mais vagas e ambíguas.


Penso que depois de muitos anos de luta entre os gnósticos, o mundo já terá se transformado novamente em todos os aspectos. Talvez o Transhumanismo já tenha se consolidado no pensamento social, então teremos pessoas com partes de maquinário inserido sobre sua estrutura corpórea. Talvez a manipulação genética que os chineses tanto investem já tenha dado resultado e muitos optem por alterarem bruscamente a sua biologia em prol de algum delírio da nova era. Talvez já se tenha um “Metaverso” capaz de prender as pessoas para sempre nas redes, em sonho eterno. Mas de fato, o mundo estará cerceado por muitos horrores causados pela ascensão tecnológica.


E então, o “Messias” da Kaballah aparecerá.


O Anticristo assumira o controle do governo global como Cesar assumiu Roma, combatendo a corrupção e resolvendo a todos os problemas. Todos saberão que ele no fundo será um psicopata inescrupuloso, mas a sua eficiência será tão alta, e as dores mundanas serão tão torturantes, que as pessoas aceitarão o seu domínio, sobre a vã esperança de dias melhores. Subjugando todas as religiões e seitas gnósticas, ele só fará uma exigência: considera-lo como autoridade suprema entre os credos, como um deus, ou ao menos como o seu maior representante.


Retornando aos escritos bíblicos, podemos citar Ezequiel, Daniel e o Apóstolo João.


Ezequiel, em dado momento, emitiu oráculos profetizando o destino de várias nações, e destas, só havia uma que todos desconheciam: Reino de Gog. (Capítulo 38)


Deus anuncia que reconhece e observa esse império vil que se resguarda nas sombras, e que dada a hora, vai permitir que ele triunfe por algum tempo, derrotando a todos os seus representantes. Depois que esse tempo se esgotasse, o criador pessoalmente o extinguiria, recompensando os justos de modo como não foram recompensados em terra. De modo ambíguo, podemos associar este reino ao inimigo final.


Em Daniel, já temos mais detalhes.


No capítulo 7 de seu livro, ele enxerga quatro animais, e o Arcanjo Gabriel lhe esclarece que serão 4 reis que se levantarão sobre a terra. No seu contexto hebraico, certamente interpretou como a Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma, no entanto, penso que também tem uma profundidade maior, narrando como que um resumo de toda história da salvação, e não apenas o período do exílio.


O primeiro animal, por exemplo, era um leão com asas, que tentou alcançar os céus, apenas para ter suas asas arrancadas e cair sobre a terra em forma humana. Isso se assemelha muito a lição da Torre de Babel, de não tentar alcançar a salvação apenas com o próprio esforço. Alguns ocultistas afirmam que Nimrod foi o rei que ordenou a construção de Babel, e como sua influência doutrinária ainda existia no tempo de Daniel por conta do Império Babilônico, acredito que ele seja este primeiro rei, representando todo o paganismo tribal.


O segundo animal era um urso devorando costelas, enquanto multidões gritavam para que mastigasse mais e triturasse mais. De alguma forma, isso me lembrou o martírio dos santos em Roma, que jogados ao coliseu, eram massacrados em frente ao público, que se divertia com isso. Talvez então o urso seja Roma, e o segundo rei seja Cesar, representando todo o paganismo “organizado” e o anseio de “ser como Deus”.


O terceiro animal era uma pantera de quatro cabeças e quatro asas, e se for seguir na cronologia, seria a sociedade moderna, com o domínio judaico. Panteras são animais sorrateiros que nunca atacam de frente, demonstrando que nossos mestres se ocultam nas sombras, escondendo sua letalidade, e tem quatro cabeças por conta das sociedades secretas que cria, para carregar ideologias distorcidas, como os maçons, comunas, progressistas e fascistas. O terceiro rei então seria Simão, o mago, por conta de ser o criador da organização central, representando o judaísmo do povo escolhido que renegou a Deus.


O quarto animal era poderoso e imparável, tinha dez chifres, sendo que três caíram para dar lugar a um maior, e este tinha no centro um olho humano. Este animal derrotou os santos e parecia ser invencível, até que nosso senhor Jesus Cristo desceu sobre a terra e o destruiu. Daniel se assustou muito com esse, e perguntou o que eram os chifres. Gabriel respondeu que eram dez reis, mas que três serão destruídos por um maior assumir e governar sobre todos.


Ao meu ver, é muito claro, que este é o império final que enfrentaremos, e esse “chifre maior” será o Anticristo. Curioso o fato deste chifre ter um olho, me lembra muito do próprio símbolo do gnosticismo em si:




Talvez os dez reis estejam associados com dez tribos de Israel, que serviram voluntariamente, sendo reduzidas depois para sete. Pode ter um significado simbólico também de dez, por se ter excesso de líderes, e posteriormente caiu para sete, que seria o número perfeito. Mas ao que tudo indica, quando o inimigo final chegar, ele vai devorar parte de seus próprios aliados para se consolidar como autoridade.


E então se conclui o capítulo.


Os outros apontam informações mais complexas, que requisitariam textos inteiros para arriscar uma interpretação, mas de principal, gostaria de apontar a visão de um bode derrotando e devorando um carneiro que, antes de cair, era excessivamente agressivo, representando talvez a ofensiva judaica contra uma nobreza católica que já estava corrompida pelo orgulho. E o fato de o chifre deste bode, em seguida, crescer ao alto dos céus, encostando nas estrelas, (lembrando que estrelas são anjos!!!) se dividir em quatro partes e estas partes se conflitarem entre si, até restar uma. Nesses conflitos se apontam que terminarão em uma guerra do rei do norte contra o rei do sul, o que talvez signifique uma última batalha dos judeus contra os árabes, uma vez que sejam as únicas raças em específico que receberam proteção divina fora da igreja.


E então, uma vez que autoridade profana estiver estabelecida de maneira consistente, se iniciaria a jornada narrada no Livro do Apocalipse, pois imagino que do mundo inteiro, restarão apenas 7 igrejas leais a nosso senhor, igrejas essas que receberão nomes em códigos: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadelfia e Laodiceia.


Apocalipse

Imaginemos então que quando o inimigo final estiver sobre a terra, até mesmo o Império do Redentor irá se curvar, sendo incapaz de lhe fazer resistência. Todas as religiões lhe serão submissas, reconhecendo-o como Messias, mesmo que ele contradiga os ensinamentos e doutrinas de todas. O Anticristo agirá sobre o governo global, tendo como palácio, o terceiro templo de Jerusalém, trazendo uma era de paz e prosperidade.


Essa paz e essa prosperidade, no entanto, serão falsas.


A paz do inimigo será composta de conflitos internos constantes, varridos para debaixo do tapete, pois todos os seus subordinados se atacarão entre si em busca de cargo e privilégio. Ninguém da estrutura será confiável, em um eterno jogo maquiavélico de alianças por interesses e multiplicação dos vícios. A prosperidade será, de fato, injusta, pois consiste em concentrar as riquezas nas elites místicas corrompidas, enquanto as massas ficam cada vez mais miseráveis. O povo, mesmo empobrecido, vai adorar, pois essa miséria estará em conjunto da constante alimentação de seus vícios.


Apenas 7 igrejas resistirão.


No início do livro do Apocalipse, nosso senhor se dirige a elas, exortando-as, e prometendo-lhes dons únicos para aqueles que conseguirem se livrar dos pecados. Não conseguimos e nem conseguiremos entender que dons seriam estes, mas segue uma tabela com o resumo.



Essas igrejas existiram na era apostólica, mas as exortações fazem mais sentido no cenário pré-apocalíptico.


Então depois de enviar as cartas, o Apóstolo João é convidado por nosso senhor a abrir a porta espiritual que lhe concederia a maior visão mística da história da salvação. Em breve esboço, vamos tentar encaixar tudo o que vira com o que já reunimos de informação até aqui.


Primeiro ele vê quatro animais distorcidos, mas que pareciam novamente um leão, uma águia, um touro e um homem, que também foram vistos por Isaías e Ezequiel, e foi explicado pelo primeiro que se tratavam de Querubins, ou seja, anjos de máxima grandeza, cujo qual nosso intelecto não é capaz de compreender em plenitude, por isso os profetas e o apóstolo os enxergam de forma distorcida.


Em seguida surgem 24 sábios, cuja interpretação mais comum é de que representam a antiga e a nova aliança, sendo 12 tribos de Israel, em conjunto dos 12 apóstolos.

Nosso senhor se aproxima do livro da vida e começa a abrir 7 selos, mostrando que o tempo se esgotara.


Os quatro primeiros selos invocam respectivamente os quatro cavaleiros do Apocalipse: peste, guerra, fome e morte, e o cavalgar dos personagens joga sobre a terra as quatro calamidades. Pensemos então que o governo do Anticristo demonstrava estabilidade e parecia não ter fim, com seus transumanos tecnológicos, biológicos e místicos, até que em dado momento, surgem múltiplas pragas, que ninguém consegue controlar e leva o governo global ao colapso.


Em seguida, todos os subordinados da estrutura profana ficam ambiciosos e começam a lutar entre si para tentarem serem novos reis, espalhando guerras sem fim, em escala nunca antes vista. Por causa da guerra, os recursos se esgotam, e a fome leva boa parte da população ao óbito.


E por último o cavaleiro da morte nem precisa de tanto trabalho, pois sem a estrutura, os pecadores morrem espontaneamente. Imaginem que um adepto do Transhumanismo, que teria hipoteticamente partes de maquinário sobre si, sem a devida manutenção mecânica, certamente morrerá, reconhecendo-se finalmente como uma aberração antinatural. Um “mutante”, que altera seu corpo via cirurgia, sem suas drogas, não vai conseguir sobreviver. Aqueles que trancaram suas mentes no Metaverso, ao serem desligados, morrerão também.


O quarto cavaleiro será o que mais colherá almas, e o que menos trabalhará.


E em quem colocarão a culpa? Certamente nos servos do Deus verdadeiro.


O quinto selo marca o genocídio católico, onde João vê os apóstolos dos últimos dias entrando ao reino dos céus sobre lágrimas, e sendo consolados por nosso senhor Jesus Cristo, que afirma que a retaliação virá em breve.


O sexto selo causa a noite perpétua, onde o Sol não poderá ser mais visto, e o céu será tomado por uma lua vermelha. O sétimo selo é marcado por um grande silêncio.


Com os sete selos abertos, Cristo inicia a Parusia, sua segunda vinda, para dar um fim na história e realizar o julgamento final.


7 trombetas são anunciadas, para dar uma última chance de arrependimento, aos desgraçados que ainda estão sobre a terra.


A primeira trombeta gera uma tormenta de fogo, que consome nações inteiras.

A segunda trombeta descreve a queda de uma “montanha de fogo”, (um meteoro, talvez?) e o mar se transformando em sangue.


A terceira trombeta narra a queda de uma estrela, o que pode representar um demônio se materializando. Transforma parte dos rios em absinto, e boa parte da água potável, torna-se venenosa.


A quarta trombeta narra uma “escuridão completa”, reduzindo ainda mais a visibilidade.

A quinta trombeta descreve as portas do inferno se abrindo, e os demônios tomando para si a terra, sobre a liderança de um ser chamado “Abbadon”. Os homens eram torturados por esses seres, mas ainda os idolatrava.


A sexta trombeta narra quatro anjos, (provavelmente demoníacos) se materializando no Egito.


Nesse instante, João literalmente se alimenta da palavra, sobre as ordens de um anjo do senhor, que descreve que ela será “doce aos lábios, mas pesada ao ventre”, podendo significar em analogia que a verdade é bela, mas penitente e pesada para aqueles que se entregam desenfreadamente aos prazeres baixos, como os da mesa, ou da cama.

Depois disso, surgem dois místicos, que muitos teorizam serem as mais diversas identidades, como Elias e outros profetas, mas penso eu que estes serão apenas dois pecadores, que mediante a realidade cruel, se arrependeram, e desejaram uma vez mais luta pela salvação das almas. Deus então os concede tanto poder, que eles atravessam o mundo, cortando as trevas como um último raio de luz, derrotando os demônios, e levando milhares de almas ao arrependimento nas vésperas do fim. A misericórdia de Deus se mostra grandiosa até o último segundo, dando um jeito de resgatar até aqueles que estavam vastamente atrasados na história, e afundados em maleficência.


Quando os dois místicos e o último pecador arrependido partem deste mundo, a sétima trombeta é tocada, e sobre os céus, tudo é esclarecido. As pessoas veem sobre a mulher e o dragão, e sobre o destino sobrenatural do homem, nada fica às escondidas e sobre total instrução todos os restantes tomam as decisões finais sobre qual lado está.

Para finalizar, ocorre a batalha do Armagedon, onde Deus prevalece sem qualquer dificuldade e realiza o julgamento final.


Detalhes sobre a passagem, seria o coro dos celibatários compondo a linha de frente dos combatentes de elites do senhor e sobre as duas damas.


João vê duas mulheres, a virgem e a prostituta, em lados opostos, que podem representar muitas coisas em simbolismo. Podem ser a Igreja Católica e a Kaballah, podem ser Maria e Sofia, ou mesmo a Dama da Sabedoria e a Dama da Insanidade, de Salomão. Ou talvez até sejam as três coisas ao mesmo tempo.


E depois da batalha, Deus recria o mundo, onde aqueles que foram salvos recuperam seus corpos, que serão incorruptos e sem a marca do pecado original. Disso, não teremos dores, lágrimas, doenças ou mortes, e contemplaremos Deus face a face, alcançando a felicidade eterna.


Desse ponto se encerram as revelações. O que acontece depois disso? Só se salvando para saber...


Conclusão

Claro que tudo isso pode apenas ser o delírio de um escritor empolgado, mas ainda assim, senti que deveria deixar registrado, pois entender a história dessa forma nos impede de perder tempo com coisas fúteis e nos permite abraçar sem hesitação a virtude da esperança, reconhecendo de modo definitivo a magnanimidade de Deus, cujo qual devemos temer e amar.


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