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  • Matheus Brasilino

Sobre o Relativismo

Certa vez, em meio a uma classe com muitas pessoas de valores divergentes, fui confrontado por um relativista.


Alegando que não existia verdade e tudo era questão de ponto de vista, expressava por adjetivos, dando-me a alcunha de “preconceituoso” e “intolerante” por não ser capaz de aceitar qualquer coisa como real. Alegava ainda, que era prepotência de minha parte insinuar que apenas a minha cultura era a correta, sendo que tal ato desrespeitava a todos os povos estrangeiros e vangloriava o nosso, dando-lhe mais valor do que realmente tem. Por fim, ainda dizia que os tempos atuais são de união e eu, com minha personalidade viciosa, causava divisões e conflitos, sendo apenas um medíocre dissidente em meio a nova ordem pacifista.


Em fato, neguei tais argumentos.


Não me importei com os rótulos dados, afinal, como um nacionalista, sim, sempre valorizarei mais a meu povo com relação aos estrangeiros e devo admitir que minha personalidade da época poderia passar certa impressão de arrogância. No entanto, por mais pecador e medíocre que possa ser, isso não invalida o argumento e muito menos dá razão ao ofensor. Fiz questão de dar-lhe resposta e tal memória, gostaria de registrar e compartilhar convosco, para que se em dado momento, sejam questionados da mesma forma, possam responder ou ter base para procurar a resposta.


O primeiro absurdo dito a se refutar é de que não existe verdade absoluta e que por isso, todos devem se tornar relativistas. Isso é facilmente refutável se analisar todo o pensamento humano e perceber que ninguém é completamente relativista, mesmo aqueles que alegam ser.


Todos visam um bem. O homem, em sua natureza, não é capaz de converter seu potencial em obras, se não tiver um plano que gere alguma espécie de resultados bons. Tal comportamento só se justifica pela presença da alma, que estabelece um padrão de moralidade inconsciente e uma necessidade constante de se justificar, buscando um sentido para tudo o que faz.


Um robô ou máquina não precisa disso, uma vez que é escrava de sua própria programação, não necessitando dar sentido a seus atos, porque eles já estão justificados pelo seu criador. Um animal irracional, da mesma forma, é escravo de seu instinto, então nunca vai se justificar internamente pelo que faz. O homem, no entanto, tem esse dilema: não é capaz de agir, sem que esse ato seja projetado como bom em sua mente. Tal comportamento é estudado por especialistas como Victor Frankl em sua obra “Em Busca de Sentido” e por vários filósofos existencialistas como Kierkegaard e Sartre, cada um, claro, com abordagens diferentes.


E na busca pelo que é bom, sempre será necessário se apegar a algo absoluto, para que sirva de alicerce e norteador mediante as coisas temporais. Todos buscam um ponto imortal em terra onde tudo padece, para se construir uma estrutura de pensamento que seja consistente e razoável, desenvolvendo a imagem de bondade que a mente humana precisa para se justificar. Com isso feito, o homem se torna capaz de trabalhar por uma causa, convertendo seu potencial em obras, mas se por algum motivo, essa estrutura de pensamento não se gerar, ele não o faz. Se ela ainda for quebrada, ou substituída, ele tem seus valores alterados e se converte a uma nova causa.


Então o homem do mercado que alega ser relativista, ele em fato não o é.


Ele ainda acredita que a sua posse em propriedade é absoluta e inalienável, pois do contrário, não poderia reclamar se alguém o roubasse. A teoria iluminista não faz sentido algum se quem ler não considerar a liberdade como um valor absoluto. Nada do que Rosseau escreveu faria sentido, se não considerassem a vontade da maioria como fator legítimo para representar a vontade de um povo. Se relativizar isso, pode-se descartar completamente seus escritos.


Nietzsche, sendo ateu, tem como absoluto a “vontade de poder”.


O marxista tem como absoluto a teoria de “valor trabalho” (que já foi refutada no meio acadêmico), cujo qual considera o trabalho não como um meio, mas como um fim, ou como uma atividade intrínseca na natureza humana. Sem adotar isso como verdade absoluta, não dá para desenvolver o argumento da luta de classes e muito menos da exploração de “mais valia”. O fascista tem como absoluto a teoria das raças, (que também já foi refutada) com inspiração darwinista e sem ela, ele perde sua autoridade e legitimidade para lutar.


Mediante a tais exemplos, percebe-se que ninguém é completamente relativista. Todos têm alguma verdade que está acima das opiniões e das perspectivas subjetivas. Quando tentam empurrar o relativismo em um debate, é em fato, uma ação de má fé, pois o orador quer relativizar os pontos que não lhe convém e tornar absoluto os que podem vir a lhe empoderar.


Mas antes dos cientistas empurrarem suas desilusões de raça e classe nas escolas e mesmo antes do homem do mercado corromper as instituições medievais, se cultuava um ponto absoluto que estava acima de tudo e de todos, transcendente a qualquer ideologia: Cristo, disseminado por seus representantes da Igreja Católica e protegido pelos reis e nobres convertidos, que criaram a sociedade como a conhecemos hoje.


Mesclando a teologia/mística cristã, direito romano e filosofia grega, formou-se a cultura ocidental. Tendo a filosofia clássica como alicerce, junto com o livro sagrado formam os valores que desenvolveram a humanidade até sua recente data.


Mas como saber se esses valores estão corretos?


Podemos a princípio observar a história. Pelos milênios que antecederam a Cristo, de modo geral, não se observava desenvolvimento, pois todos os homens, independente da raça, cor ou continente, estavam em seus estágios tribais. Haviam aqueles que conseguiam um progresso ou outro, mas essas sociedades sempre se fragmentavam, apagando o legado de seus atuantes. A história era cíclica e sempre onde surgia um ponto de virtude, a degradação do pecado fazia posteriormente com que tudo se perdesse, em numerosas gerações de conflitos, sejam estes por unificação ou fragmentação.


Os romanos, gregos e hebreus foram os que mais longe chegaram, mas mesmo eles, em dado momento, se corromperam e tombaram mediante a passagem das eras. Mesmo com seus respectivos talentos, não foram capazes de desviar-se da decadência.


No momento em que a cristandade se disseminou pelo mundo, o homem pôde finalmente se libertar de seus próprios vícios de modo definitivo e alcançar a santidade. Suas vidas e obras elevaram a humanidade a níveis que ainda não se haviam alcançado e apenas no primeiro milênio depois de Cristo, já realizavam feitos humanos e sociais que seus ancestrais sequer poderiam sonhar. A verdadeira renascença humana foi medieval.


Mesmo que nações continuassem a surgir e a sumir, o legado de Cristo e a civilização ocidental nunca se apagou, possibilitando assim a continuidade da história, que deixara de repetir os mesmos feitos de ascensão e queda, para aprender com os erros e preservar os acertos através da tradição.


Hoje, dois milênios depois, estamos em uma sociedade que ainda é muito superior a aquela de antes de Cristo, mas que está perdendo gradualmente a grandeza que nos foi transmitida através das eras. A modernidade está a 300 anos tentando destruir todas as maravilhas que o ocidente construiu em 2000 e retornar a barbárie, mesmo que na maioria das vezes, influenciados ainda pelo pecado, nem se dão conta disso. Tentam ainda difamar a Idade Média e colocar fatores materiais como propulsores do progresso, como por exemplo, a industrialização.


Os livros de Thomas Woods, Voegelin e Spengler deixam explícito sobre a influência cultural como fator de desenvolvimento das nações, e assim como a mudança abrupta causaria decadência. Desde a revolução francesa, a cultura ocidental tem sido atacada e por conta disso, nossas tecnologias continuaram aumentando, mas nossos cidadãos, tornam-se a cada dia mais medíocres. A humanidade, mais uma vez envaidecida, se afasta de suas raízes e por conta disso, permite que a tecnologia os domine, tornando-se mero instrumento nas mãos das macroestruturas de poder.


Durkheim e Weber também relacionam, como sociólogos, os impactos sociais da cultura, onde o primeiro até define um ambiente vicioso como vítima de anomia social, ou seja, como se a sociedade com cultura ruim, estivesse de certa forma, doente, e por conta disso, ferindo seus próprios habitantes.


Uma vez que reconhecemos a cultura como fator determinante para o desenvolvimento e vemos que o maior desenvolvimento sempre foi o ocidental, podemos partir para a ultima pergunta que encerra a discussão.


A questão final é: por que isso acontece? O que tem na cultura ocidental cristianizada, que, derivada dos hebreus, gregos e romanos, conseguiu tornar-se tão superior as outras?


E para responde-la, podemos novamente voltar a história, mas dessa vez, em uma breve análise antropológica. Considerando os tempos antigos, precisamos primeiramente entender como as primeiras sociedades humanas eram formadas.


A primeira instituição natural, como todos os documentos históricos atestam, é a família, então toda civilização começa da união matrimonial para a composição de um lar. O homem, segundo Aristóteles, ainda é um ser social, então tende a viver em comunidades. As famílias ao serem formadas, se agrupam e cada uma adquire uma função, baseando-se nos dons de cada homem e nas necessidades do recente povoado.


Algumas famílias seguiam para plantar, outras eram artesãs, outras ainda focavam em pecuária. Mas sempre haveria ao menos uma com um líder natural, na qual se tornava rei naturalmente, por conta de sua facilidade em guiar os rumos da cidade em caminhos prósperos. Se houvesse mais de um líder natural, o lugar era governado por um conselho e, se houvessem muitos, formava-se um parlamento. Aristóteles ainda diz em sua obra “A Política”, que essas eram as três formas de governos básicas: monárquica, aristocrática e republicana, assim como também se poderiam ter suas formas corrompidas, sendo a tirania, a corrupção da monarquia, a oligarquia sendo a corrupção da aristocracia e a democracia, como corrupção da república.


Logo, percebe-se que o poder político existe muito antes das leis constitucionais e não dependem da constituição para serem exercidos. Surge daí a necessidade de avaliar moralmente um governante, de modo objetivo, pois se relativizarmos o julgamento, tudo torna-se permitido. Esse julgamento não pode ser utilitário, pois o governante tem o poder de decidir o que é útil para a pátria ou não, impossibilitando assim um julgamento justo, sem contar o fato de que se mensurarmos a lei pela utilidade, a vida humana perde o valor em si mesmo e retornamos ao estado de barbárie que justamente tentávamos evitar. Se nos entregarmos ao pragmatismo, nossos cientistas e produtores nos rebaixariam a meras cobaias em infinitos experimentos sociais que buscam o progresso acima de qualquer coisa.


Então a partir daí, observa-se as religiões e filosofias morais.


Em perspectiva clássica, o nível de uma cultura se define sobre a quão próxima ela está da verdade e do bem comum. Quando as pessoas prezam pelo que é real e justo, estão certamente bem encaminhadas e quanto mais se distanciam desses dois atributos, mais se corrompem. Surge a necessidade então de analisar, de forma generalizada, avaliando se estão próximas de ambos e quais as consequências de cada tipo de pensamento.


As religiões pagãs de “baixo nível” (bárbaros da era antiga, índios africanos e americanos), cultuavam múltiplos deuses, que nada mais são do que elementos materiais “endeusados”. Eles possuíam, por exemplo, um “deus da guerra”, um “deus sol” ou uma “deusa do erotismo”, representando em si, quais elementos sociais na qual idolatravam. Faziam dessa forma para facilitar o controle do líder natural, que impunha seus caprichos aos templos, fazendo panteões que os representassem.


Um rei general certamente disseminaria o culto de um deus da guerra, porque assim poderia moldar toda a moralidade do seu povo em prol dos seus próprios interesses políticos bélicos. Uma moralidade moldada apenas pela guerra é por essência, eugenista, exterminando os fracos e tornando os conflitos como um fim em si mesmo. Logo, tornavam-se “viciados”, ou como dizia Cristo “vivendo pela espada e morrendo pela espada”, guerreando por qualquer coisa, pois esta era a maior forma de controle político, progresso econômico e marco cultural daquela civilização. Suas almas, no entanto, se perdiam e a justiça não prevaleceria em um ambiente assim. Esparta agia de tal forma.


Um rei agricultor certamente disseminaria o culto de um deus sol, moldando todo o pensamento social para a servidão no campo. Com isso, seu credo pagão impede o desenvolvimento tecnológico e se apega a crendices irracionais, louvando a “mãe terra”. O homem, devido a tal comportamento, deixa de dominar a natureza, para permitir que a natureza o domine, tornando-se mera sombra do que deveria ser e claro, corrompendo-se. Egito passou por tal credo.


Um rei mercador certamente disseminaria o culto de uma deusa do erotismo, pois isso certamente iria maximizar seus lucros e consequentemente, seu poder econômico. Moldando a moralidade para tornar os homens viciados em prazer, certamente comete as piores injustiças em nome da rentabilidade, com um sistema moral decadente e infeliz. O maior exemplo histórico de algo assim é a antiga cidade de Sodoma, que marcou a história com seu nome sendo sinônimo de depravação.


E pelos exemplos citados, podemos concluir que acabam caindo, sem que percebam em um utilitarismo disfarçado de moralidade, invalidando completamente a autoridade que supostamente deveriam ter.


As religiões pagãs de “alto nível” (romanos e asiáticos) tendem a adquirir uma filosofia mais estruturada, que os afasta do utilitarismo e os aproxima do bem comum, porém tendem a cometer graves erros conforme se distanciam da verdade maior. Os suicídios cerimoniais japoneses realizados para a preservação da honra é um claro exemplo do fenômeno, pois os habitantes da terra do sol nascente descartaram as leis naturais que preservam a vida como bem humano básico para sacrificá-la em prol de um status hierárquico. O sistema de castas da Índia é outro claro exemplo, onde um descendente é culpado pelos feitos de seus ancestrais e é condenado a ficar em uma classe, independentemente de sua virtude. Fazem isso para preservar a ordem social, o que de fato é uma tentativa de se aproximar do bem comum, mas longe da verdade, eles degradam. O taoísmo chinês com seu simbolismo de “Yin Yang” tolera a existência do mal como fundamento humano, ou seja, fazendo seu povo coexistir com a corrupção ao invés de tentar combate-la em termos definitivos. Não é à toa que seu império desabou, para dar lugar a um governo marxista.


As religiões abraâmicas, por conta de sua origem com o povo escolhido, já estão muito mais próximas da verdade e do bem comum do que as demais. Seus valores são transcendentes, não pertencem a esse mundo e por isso, não estão atreladas a qualquer classe ou interesse político. Manifestadas pelo criador através de eventos místicos, seus mandamentos se aproximam muito mais do ideal do que qualquer tentativa de articulação humana em pensamento. As religiões abraâmicas defendem a família, mesmo que precisem se opor aos interesses do mercado, a justiça, mesmo que precisem se opor as autoridades políticas e a verdade, mesmo que precisem doar suas vidas para isso. No entanto, duas delas se corromperem e tais degradações, custou-lhes a veracidade do discurso.


O islamismo se corrompeu do momento em que Maomé se proclamou como o ultimo dos profetas, monopolizando para si, a autoridade em fé. Isso impediu que falhas morais como a poligamia e a violência pelas conversões forçadas não cessassem, tornando-os, mesmo que prósperos, injustos, não dando o devido valor que a vida humana merece. Suas leis são sofisticadas, muito próximas do ideal, mas levemente desviadas, induzem a decadência sem que eles possam mesmo perceber.

Muitos filósofos santos se destacam em suas críticas ao islã, dentre eles, vale se ressaltar, Santo Tomas de Aquino.


O judaísmo se corrompeu do momento em que crucificaram a Cristo. Perdendo todo o contato com o criador que havia lhes entregue os mandamentos e feito contigo, a antiga aliança. Eles optaram por inventar novas leis ou reinterpretar a seu modo as antigas, para que continuem se autoproclamando “povo escolhido”, achando que apenas por ser da raça hebraica, já possuem mais autoridades por si mesmo. Por preservarem algumas das velhas leis, ainda conseguem virtude, mas por conta de sua rebeldia para realizar a vontade do criador em terra, se afastam por pouco, do que seria correto em termos completos. Os debates de Cristo com os fariseus e os escritos dos primeiros cristãos demonstram de modo mais claro, sobre todos os conflitos.


Sobra-se então o cristianismo.


Cristo, deus encarnado, transmitiu as verdades universais para seus discípulos, completando o que lhes faltava da lei abraâmica. Resumiu toda a moralidade absoluta em duas sentenças: amai a Deus sobre todas as coisas e amai o próximo como a si mesmo, o que em termos, pode-se interpretar como preservar a verdade e o bem comum, uma vez que Deus é a verdade maior e a justiça é o ato decorrente do amor ao próximo. Seus ensinamentos foram disseminados em todo o mundo, fazendo as nações que aderiram, mais justas e prósperas. A filosofia grega deu-lhe um formato lógico e a lei romana, um modelo jurídico, para que posteriormente os três juntos formassem a cultura ocidental.


O protestantismo, que veio depois, também padece de falhas. Separando a fé da razão, da tradição e das obras, mata o intelecto, a cultura e o poder de agir do verdadeiro cristão, que ou se torna um covarde que se acha “predestinado” aos céus, ou um fanático irracional incapaz de ler outro livro que não seja a bíblia. O protestante é o primeiro relativista, insinuando que por conta do pecado original, o homem não é mais capaz de definir o que é verdade. Foi dos países protestantes que as forças de mercado começaram com tal discurso, visando subverter as autoridades e lucrar de modo corrupto.


Por fim, todas se esvaíram com o tempo, sobrando-se apenas a Igreja Católica, ao lado da cultura ocidental e seus dois mil anos de vitórias, sendo a única capaz de ser justa e próspera, levando as almas aos céus e despertando do homem, seu verdadeiro potencial. Não há pontos de vista e nem “opiniões”. Existe a verdade e somente ela é capaz de nos libertar de nossas próprias falhas e vícios, para que se reine a justiça e se reestabeleça a ordem.


Quando uma nação admite tolerância religiosa ou “liberdade de crença”, está em fato, permitindo que seus cidadãos absorvam valores ruins e se corrompam. Em pecado, esses mesmos cidadãos tendem a ir a miséria e pedir para serem sustentados pelo próprio estado. Se as elites falam que tu deves “respeitar a cultura divergente de povo x” é porque eles têm interesse em manter aquele povo em um ciclo de perpétua miséria.


Por essa razão que a África, mesmo com infinitas doações, nunca crescerá. As potências precisam mantê-los pobres para que não tenham dificuldades em extrair seus recursos através dos ditadores fantoches. Depois ainda fingem ser bons, entregando migalhas pelas doações das ONGs e fazendo bonito em frente às câmeras.

Pelo mesmo motivo, essas forças desejam espalhar toda forma de paganismo em nosso país. O Brasil, como portador de muitos recursos, é um alvo perfeito, mas sempre surgem nacionalistas para tentar libertá-lo, então nossos algozes simplesmente atacam nosso credo, para que nos tornemos miseráveis não só em posses, mas em valores também, fazendo com que deixemos de nos importar com nossa pátria e vivamos em hedonismo.


Minha resposta final, mediante a todas as circunstâncias é: se é desrespeitoso dizer ao pagão que sua cultura horrível está condenando sua vida e sua alma, digo que devemos ser ainda mais desrespeitosos, pois o verdadeiro ato de caridade está em dizer a verdade e tentar resgatá-lo das prisões que as potências e seus malditos líderes os colocaram. Se é esse tipo de união e paz que esse mundo deseja, digo que sou um inimigo da paz e um combatente perpétuo para defender aquilo que ninguém mais tem coragem de defender. Não ligo em ser chamado de “prepotente” ou “arrogante”, pois ainda não fui contaminado pelo lixo de mercado e nem pela mediocridade das massas e até o ultimo segundo de minha vida, amarei meu país e defenderei suas bases, seja na escrita, na palavra, mas se preciso for, pela força das armas ou pelo sacrifício do martírio.


O relativista, como um representante do capital estrangeiro, não deve exercer autoridade sobre nós e ser esclarecido sobre seus erros e iniquidades, antes que para ele, seja tarde demais.

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