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  • Matheus Brasilino

Sobre o Feminismo

Atualizado: Nov 21

É dia internacional da mulher.


Gostaria de antemão parabenizar a todas as brasileiras que iluminam nossas vidas com suas respectivas presenças. Vocês dão sentido a nossas lutas, mantendo-se ao nosso lado como irmãs, esposas e mães. Se fossem ausentes, não nos restaria ternura ou beleza a este mundo, nos condenando a uma existência incompleta, sem cor, que seria um martírio por si só.


No entanto, para este pobre autor, também é dia de caçar ideologias.


O alvo de hoje é mais uma das grandes bandeiras modernistas que nos atormentam diariamente, confundindo premissas, falsificando dados, protestando irracionalmente em busca de mais depravação e anarquia social. É uma data propícia, pois nosso tema usa do dia das mulheres como seu ápice para realizar propaganda, logo, em meio as trevas da ignorância do senso comum, é dever de cada brasileiro reagir, transmitindo a verdade pela escrita ou pela palavra.


O feminismo como ideologia política, é nocivo para o próprio público que tenta defender, tornando infelizes aqueles que poderiam encontrar em suas vidas uma razão de existir. Consegue realizar isso atacando a essência do gênero humano e usando do estado como instrumento de coerção judicial. Seu objetivo é claro: igualdade forçada dos gêneros.

O termo por si só soa bem. Igualdade de gênero é algo que parece legal de se falar, mas por termos retóricos, já é um crime contra a lógica.


Elas alegam que a divisão social por gênero pressupõe uma hierarquia entre homem e mulher só pela divisão em si. Essa é com certeza a primeira mentira, pois quando alguém divide qualquer coisa por gênero, não está valorizando ou desprezando nada, porque se assim o fizesse, a divisão não seria por gêneros e sim por graus. Um exemplo muito prático pode ser visto na música: entre uma orquestra e um estimado “rap”. Quando se divide por gênero, chamamos o primeiro de “música clássica” e o segundo de “hip hop”, o que não significa que um seja melhor do que o outro, mas que sim, existem diferenças essenciais por cada divisão. Quando se divide por graus, o primeiro sim torna-se superior, pois passa a ser chamado de “música erudita”, por ser uma obra que é necessário conhecimento prévio para se apreciar e a segunda torna-se uma medíocre “música popular”, pois qualquer um pode aprecia-la. Logo, não há erro em dividir-se por gênero, e isso não implica que aja discriminação só por causa disso.


Quando se iguala os gêneros, por outro lado, sua real intenção é destruir o conceito de modo espontâneo, pois se dois gêneros são iguais, eles se tornam um, fazendo desaparecer a divisão. Uma sociedade onde não se considera as diferenças essenciais entre homem e mulher não seria um paraíso feminista, mas sim, um lugar injusto e brutal para qualquer mulher. Nossas cidadãs sofreriam por duas frentes: uma material e uma espiritual.


As consequências materiais seriam mais óbvias, pois as mulheres são protegidas pela lei positiva e possuem muito mais direitos. Isso não é injusto ou desproporcional justamente porque os gêneros não são iguais e essas diferenças são compensadas por um esforço maior dos homens. As feministas, por outro lado, atacam o homem e tentam desprezar as suas qualidades que elas são incapazes de possuir, como por exemplo: a virilidade, o cavalheirismo e o auto sacrifício combativo. Quando os homens da nova geração começam a perde-las, as mulheres de imediato passam a ser maltratadas em uma frequência maior, pois os modernos, sem fortitude ou hombridade, não irão suporta-las, passando a vê-las como parasitas, que tentam sugar todas as suas posses sem fazer esforço algum. Com isso o amor se extingue e a sociedade se quebra em agressões, relacionamentos mal estruturados e ódio ao próximo pela misoginia e misandria.


De exemplo posso citar a revolução sexual dos anos 80: as feministas faziam propaganda contra a castidade, alegando que o “sexo não seria o inimigo” e que relacionar-se sexualmente antes do casamento seria benéfico as mulheres. Hoje, elas reclamam que o erotismo dominou a sociedade e que os homens agora só as veem como um objeto para saciar prazeres, sem sequer assumir que elas mesmo foram responsáveis pelas suas misérias e o sexo, quando não acompanhado pelo amor, torna-se sim seu maior inimigo.


E quanto mais decadente a sociedade fica, mais as feministas aumentam sua influência, com cada vez mais mulheres frustradas.


As consequências espirituais, por outro lado, são ainda piores.


A divisão por gênero não é algo criado pelo homem, pois trata-se de uma lei natural. Os gêneros não são iguais, pois eles se completam em suas diferenças, em uma união formadora de famílias.


O homem, por essência, foi criado para lutar. Seja fisicamente ou intelectualmente, eles precisam de uma natureza agressiva para que defenda seus valores e não se deixe corromper pelos vícios e pelo mal. Cada garoto, quando criança, precisa ser estimulado a lutar, crescer e “ser homem”, sobre um esforço que terá como seu maior exemplo a sua paternidade, na luta para se distanciar do conforto pacífico da mãe e sacrificar a si mesmo por uma causa maior. Por isso, os militares e sacerdotes são tomados pelo público masculino, pois ambos são combatentes naturais que precisam mortificar a si mesmo pelo bem comum e pelo mesmo motivo, o marido torna-se patriarca, representante maior da família e deve estar disposto a sacrificar-se por ela.


A mulher, por essência, foi criada para cuidar. Sobre a caridade natural de uma dama, são elas que transmitem os valores e amor aos filhos, sendo através da maternidade, o pilar que sustenta o país. Elas são o lado sensível que necessita ser protegido, mas que também enfrentam sacrifícios ao seu modo.


As feministas, quando tentam equalizar, tornam ambos infelizes.


Um homem que não luta e se deixa ser levado pelas ondas corrompidas, torna-se ou um peso morto ou um bárbaro irracional, uma mulher masculinizada que é forçada a lutar no lugar do homem, sofre o dobro do dano em cada provação, e é infeliz por não exercer a sua caridade natural. Os ataques ao matrimonio e a maternidade pioram ainda mais o cenário, pois as mulheres que compram a ideia, começam a se sentir vazias, buscando riquezas e glórias que são temporárias e não as farão felizes por si só. Em um ódio profundo contra sua própria natureza, elas tornam-se libertinas e matam seus próprios filhos sobre práticas abortivas.


Para concluir, podemos estimar que o feminismo é uma ferramenta do capital estrangeiro jogada em nossas terras para desestabilizar a sociedade. Elas atacam a virtude do homem e da mulher, a castidade, a família e tudo que nos traz uma boa vida. Elas se vitimizam, falando que nossa sociedade tem uma cultura de ódio a mulher, sendo que se realmente conhecer nossa cultura, verás que é o contrário: de “Romeu e Julieta” a “Titanic”, presencia-se uma supervalorização. Gostam de alcunhar novos termos como “feminicídio”, sem qualquer compromisso com a verdade e a lógica. De inventar diferenças salariais que não existem na constituição, de atacar a mulher conservadora como “submissa” e ainda processar quando as chamamos de “Jessicão”. Ainda tentam suprimir a liberdade de expressão inventando regras de discurso como por exemplo “só pode falar quem é mulher”, como se a empatia fosse a única coisa que importasse na hora de se debater ou criar uma lei. Atacam a estética, tentando coagir as mulheres a se vestirem como prostitutas. Usam jargões, palavras fáceis de decorar, berros e birras e todo método sujo de articulação política para prevalecer. São escória, uma espécie de lixo humano que começou com a filosofa Simone de Beauvoir e se espalhou com as mais variadas vertentes.


Não recomendo a qualquer humano racional que siga esse tipo de gente e se és uma feminista por acidente, ainda há tempo de cair em si e se arrepender.


Se és mulher, orgulhe-se disso e mostre seu orgulho sendo a dama que nasceu para ser. Tentar se igualar ao homem só trará infelicidades e as tornará baixas como indivíduos. Dizer que precisa do feminismo para defender o direito da mulher é tão absurdo quanto um homem branco falar que precisa do nazismo para defender os direitos da sua raça.


E sobre a união de ambos os gêneros, respeitando a natureza de cada um, podemos encontrar uma real felicidade. Com homens fortes, que defendam suas famílias com a máxima virtude e mulheres realizadas, através do matrimônio e maternidade, nos providenciando a luz caridosa que tanto precisamos para prosseguir em nossas jornadas.

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