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  • Matheus Brasilino

Sobre o Ambientalismo

Atualizado: há 7 dias

Senhores, hoje é dia de marcharmos contra os titãs. Sendo mais específico, nosso alvo é Gaia, a “mãe terra”, representando a idolatria dos gregos a natureza, que hoje se transfigura em uma ideologia política conhecida como “ambientalismo”, em sua luta de proteção ao meio ambiente e aos animais. Serão analisados suas causas e consequências no panorama político-social e sobre como se infiltraram em todas as instituições do globo, avaliando como um todo, seus valores e ações. Não devemos subestimá-los por seus discursos altruístas e expressões pacifistas, pois esta, meus caros, é a mais perigosa pauta progressista que temos na atualidade.


O ambientalismo já é usado como ferramenta de subversão há muito tempo, mas nunca houve uma resistência em escala maior, o que os garantiu muito espaço nos meios de comunicação em massa. Através de filmes, palestras, músicas, protestos, estabeleceram uma rede de conexões abrangente. Hoje, não ser ambientalista é ir contra o senso comum, sendo que as massas nem se deram conta de como seus valores foram alterados.


E onde esta o mal nisso? Bom, comecemos pelo credo do “eco apocalipse”, que é por sinal, onde eles começaram também.


Segundo seus ideólogos mais convictos, a humanidade alcançou uma capacidade produtiva tão alta que de modo não intencional, estamos a deteriorar a habitabilidade do planeta. Em longo prazo, sofreremos baixas inestimáveis.


Quando se mostraram ao mundo, vieram com propostas inofensivas e clamando para que a ganância do homem seja contida em um esforço maior em prol do bem comum. Parecia à primeira vista algo promissor, com dados científicos e explicações bem elaboradas, mostrando que se valia a pena pesquisar e caso o que dissessem fosse real, que deveríamos resolver esse problema.


Porém, conforme os anos se passaram, as organizações cresceram e junto com a expansão, perdeu-se o teor científico e analítico do processo, tornando-se uma causa amplamente corrompida, que usa da pressão social para destruir a economia das nações ao seu bel prazer. Percebia-se que a cada ano, o alarmismo ao eco apocalipse aumentava, piorando a cada dia suas projeções, que na maioria das vezes não se concretizavam. Começaram por exemplo, falando que a Amazônia era o pulmão do mundo para arrancá-la do controle do governo brasileiro, mas depois que o capital estrangeiro tomou posse do território, liberaram que o verdadeiro pulmão do mundo está no oceano, devido as algas marítimas.


O Brasil, como um país que possui muitos recursos concentrados, é o que mais sofre pressão internacional e tem seu desenvolvimento estagnado pelos mesmos através dos acordos ecológicos. Os políticos, em sua grande maioria fantoches, fazem cada vez mais leis com restrições a cadeia produtiva, tornando nossa nação mais miserável com o passar do tempo. Não há nem mesmo desenvolvimento aqui para que ele possa ser chamado de “sustentável” e um dos principais culpados certamente é a enorme perda financeira causada pelos verdes, pois para nosso povo, a escassez e morte não virão em um futuro distante, porque é nossa realidade agora.


Não será avaliado se o aquecimento global é real ou não, mas se for, certamente a política ambiental adotada não esta ajudando em nada. As nações desenvolvidas continuam a poluir massivamente enquanto nos proíbem de usarmos nossos próprios recursos, sendo que nossa produção não representa nem metade da deles. As restrições ambientais na indústria por exemplo, se tornaram ferramentas convenientes para garantir que os pobres sejam perpetuamente pobres e os poderosos sustentem sua hegemonia. Para se libertar disso, precisamos de uma equipe de pesquisa para avaliar corretamente esses impactos e, se preciso for, refutar esses que estagnam nosso progresso.


Penso que mesmo se for real, a melhor maneira de se conter um fenômeno da natureza que seja hostil é desenvolvermos ferramentas e tecnologias para superá-la. Se a terra se torna fria, o homem descobre como fazer fogo e não fica “preservando o calor restante do ambiente” porque no fim das contas, atrasar o processo não é anulá-lo. Não adianta preservarmos os recursos para atrasar o eco apocalipse, precisamos derrota-lo. Para isso, produzir mais e mais, agregar recursos e alocar em pesquisas.

No cenário onde não se é possível superar as forças da natureza, devo dizer que não vale a pena viver em um mundo onde sacrifiquem o Brasil para que os países desenvolvidos possam sobreviver. Se preferem nos deixar na miséria, digo que devemos quebrar as regras e usar nossos recursos, permitindo que o fim se abata sobre todos nós. Se for para morrer, que sejam todos e não algo exclusivo ao brasileiro. Como mencionado no texto “Sobre o Capital Estrangeiro” a vida de uma Greta Thunberg não vale mais do que a vida de uma criança na favela. Não da para sacrificar um em prol da salvação do outro.


Atualmente, os ambientalistas deixaram de ser uma divisão de pesquisa e tornaram-se uma seita. Tratam suas teorias como dogmas e atacam agressivamente qualquer um que deseja contestá-las. A ciência não é assim. Tudo deve ser colocado a prova e teorias podem se tornar obsoletas a qualquer momento.


Até conseguirmos refutá-los, eles nos induzirão a produzir gastando mais, com qualidade menor, com menos eficiência, tudo em nome de agradar a “mãe terra” para que não sejam punidos com o eco apocalipse. Soa indígena, se perguntar.

E falando em indígena, suas reservas amazônicas estão cada vez maiores. Precisam ser convertidos ou removidos de lá rápido, antes de inventarem um grito de “independência ou morte” e levarem consigo a província mais valiosa da federação.


Existe um outro ponto gravíssimo na questão ambiental que é a idolatria aos animais.

Uma pessoa normal, totalmente plena de suas faculdades mentais, sabe que a vida humana é mais valiosa que a vida animal. Em fato, mesmo o pior dos homens tem mais dignidade que os bichos e certamente quanto pior é o homem, mais animalesco ele fica. Há uma hierarquia entre as criaturas e o homem alcança o topo, porque é o único que tem alma, que é a ponte de ligação entre ele e o criador. Graças a esta, podemos ter valores e moralidade e transmiti-las através da cultura/arte, contemplando o que é belo.


O ambientalista, por outro lado, finge não ter alma e acha que a única diferença entre ele e o seu doméstico é a inteligência.


Descartando a hierarquia, tenta forçar uma igualdade entre o homem e o animal, alegando que não se deve comprá-los e sim adotá-los, hesita em comer de sua carne e frequentemente trata-o como seu semelhante, chamando-lhes de filhos, amigos e indo ao parlamento lutar por seus supostos “direitos”.


O grande problema disso é que ao valorizar o selvagem, se desvaloriza o civilizado.

A dura verdade é que toda a visão que temos do animal que esteja além de seu instinto é fantasiosa. Animais não amam, não odeiam, não tem sentimentos ou laços. Tudo que lhes resta é o instinto e exatamente por isso é possível domesticá-los. São como robôs orgânicos, que foram programados por Deus e por isso, não tem a capacidade de corresponder nosso afeto como um humano nos corresponderia. Apenas o homem é capaz de quebrar a prisão do instinto para amar ou lutar por algo maior e é essa a graça da humanidade.


Quando a pessoa se entrega a fantasia de que o animal é seu “amigo”, torna-se viciosa, menos apta a relações sociais e menos apegada a humanidade. Nos EUA, tem uma arquétipo muito famoso conhecido como “The Cat Lady” (a dama dos gatos), que são as mulheres que desejavam criar famílias, mas por algum motivo substituíram-na por animais, acumulando-os aos montes e transformando sua casa em um mini zoológico. Estamos nesse caso em uma “Cat Society”, porque muitos hoje temem formar famílias, mas postam constantemente em suas redes sociais as fotos de suas criaturas que, pela sua estética agradável, são populares, alimentando o ego de seus donos.


Não há problemas em criarmos animais e até mesmo tratá-los bem, mas não podemos esquecer que eles são apenas servos naturais e em hipótese alguma eles têm mais valor que um humano. A longo prazo, se ignorarmos isso, pode se acarretar uma apatia maior, pois o ambientalista mais famoso de todos os tempos baniu o uso de animais para experimentos científicos na Alemanha, só para que depois colocasse judeus no lugar.


Muitos acadêmicos usam essa mesma apatia para justificar o controle populacional, onde afirmam que a Terra já tem pessoas demais, logo, solicitam para que as famílias parem de ter filhos e o planeta consiga sustentar os que já estão vivos. Fazem isso enquanto se aliam com os homossexuais (que também odeiam as famílias) e com as feministas (que querem matar seus fetos para fugir da responsabilidade maternal) e assim se tornam humanos tão repulsivos, a ponto de fazerem questionar se vala a pena sobreviver, se o custo final for tornar-se um deles.


Percebe-se aí que aqueles que antes queriam atrasar o eco apocalipse em nome da sobrevivência da humanidade, agora já quer menos humanos para garantir a sobrevivência da “mãe terra”. Perdeu-se a causa, porque trocaram de lado. Entre nós e a natureza, eles ficarão do lado da natureza.


Isso sem considerar os vegetarianos, que tentam boicotar a indústria alimentícia para empurrar seus alimentos sintéticos nojentos, que fazem mais mal a saúde do que a própria carne, (afinal, ao serem produzidos em laboratório, submetem aos mais nefastos tratamentos) enquanto marcham contra sua própria natureza omnívora.


Verificando todos os problemas que os ambientalistas nos causam, creio que podemos considerá-los inimigos da humanidade em mais alto grau, pois realizam estragos de modo sútil sem que os percebam e os culpem.


Que façamos resistência, antes que o culto ao verde torne sua idolatria algo pior do que já é.

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