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  • Matheus Brasilino

Sobre a Rebelião Negra

Atualizado: há 7 dias

É tempo de caos em solo americano.


A pátria que se autoproclama “terra da liberdade”, convulsiona-se a cada dia em conflitos raciais de larga escala, mostrando os claros sinais de decadência do liberalismo e consequente degeneração moral do império que, nas últimas décadas, liderou o globo, espalhando democracia, materialismo e capitalismo por todos os lados.


O culto ao deus mercado está impactado, agora que podem perceber as consequências de seus atos e como nunca se terá paz em terra de relativista, tendo como seus maiores inimigos, os seus próprios meios de comunicação em massa que antes trabalhavam pela manutenção de seu poder.


Este texto dissertará sobre os eventos que ocorrem em Minneapolis, analisando as causas dos distúrbios em uma perspectiva tradicional, racional e acima de tudo, imparcial, pois já é possível adiantar a qualquer leitor, que não há lado certo nesse conflito.


Para se entender o ocorrido, antes de tudo, se é necessário quebrar uma das mentiras do sistema, que é a falácia do relativismo. Tanto entre conservadores como Aristóteles e Tomas de Aquino quanto em materialistas históricos como Tylor e Franz Boas concordam que os homens não são iguais e o que os distinguem uns dos outros são seus valores. Dizer que todas as culturas são toleráveis é negar que exista uma verdade, um certo ou errado ou algo maior e transcendente a se defender, reduzindo a ética a meras leis constitucionais, que por sinal podem ser alteradas a qualquer momento por nossos políticos corruptos, eleitos claro, por nosso povo ignorante.


O que é certo, será em qualquer época, lugar ou condições e o que é errado será independente do regime, tolerância ou constituição. São normas que antecedem as leis dos homens e estão acima de qualquer interesse material, chamados pelo doutor comum de “leis atemporais”, na qual as divide ainda entre naturais (relacionadas a essência humana) e divinas (estabelecidas sobre eventos místicos).


Sabendo que existem culturas boas e culturas ruins, podemos então olhar para o fluxo da história e perceber que os bons valores sempre vieram da Europa, disseminando o que chamamos de “cultura ocidental”. Mesclando os valores cristãos, a filosofia grega e o direito romano, os europeus da era medieval avançaram muito mais do que qualquer outro agrupamento humano no globo. Enquanto os africanos e indígenas da América ainda estavam cometendo atos abomináveis como canibalismo, orgias, sacrifícios humanos e idolatrando milhares de falsos deuses, os homens da Europa estavam construindo palácios, navios e desenvolvendo-se economicamente, cientificamente e culturalmente sobre a luz perpétua de Cristo. Houveram erros e falhas hediondas até mesmo entre eles, mas a inquisição foi fundamental para conter as bizarrices ideológicas e impedir uma tribalização coletiva.


No primeiro contato entre os dois continentes, o homem europeu, já corrompido pela reforma protestante e iluminista, não se deu o trabalho de converter os pagãos de maneira correta. A igreja solicitava que todos fossem trazidos ao cristianismo para que pudessem ser integrados nas sociedades do novo mundo. Os britânicos, nesse tempo já rebeldes, optaram por manter a cultura pagã desses povos e os portugueses, ainda pior, os escravizaram.


Mas diante disso, é incoerente alegar-se o argumento de “dívida histórica”, pois os negros não tiveram seu desenvolvimento cortado pelos brancos, afinal, a cultura deles era horrível e se não fossem escravizados, não se desenvolveriam da mesma forma. Arrisco ainda dizer que os pagãos da África já eram escravos de si mesmos, ou melhor, de seus próprios vícios e os portugueses, como parasitas, apenas mercantilizaram o ato.


O tempo passou e no Brasil, os povos se misturaram, quebrando toda e qualquer chance de racismo.


Os que alegam sobre racismo em território nacional são apenas marxistas tentando desunir as etnias que agora já são um povo só, no caso, o brasileiro. A vantagem da união é o amor e fraternidade resultantes da miscigenação, agregando a todos na sociedade e tornando nossa pátria um lugar belo e integro de se viver. A desvantagem é que absorvemos muitas coisas ruins da cultura primitiva. Ainda temos tribais batendo tambor na favela e chamando isso de “funk”, temos resquícios de paganismo que se autoproclamam “candomblé”, marcas tribais pela "tatuagem" e eventos tribais como “carnaval”. Tudo isso nos degenera como povo e nos faz ficar mais próximo da África do que da Europa e a consequência, claro, é a pobreza.


Por isso defendo que a única maneira de se acabar com a pobreza é através de uma reforma cultural. Cotas, auxilio social, bolsas e políticas cosmopolitas são apenas tentativas do estado de forçar o tribal a ser intelectual, mas a intelectualidade não vem da escola e sim dos valores. Vem ano e vai ano, diplomas são distribuídos, mas a pobreza não acaba e o marxista continua a botar a culpa no cristão que enriqueceu.


Nos Estados Unidos da América, por incrível que pareça, a situação é muito pior.


Lá, ao invés de mistura, houve segregação. Os indígenas foram exterminados de modo sistemático e os negros, isolados em seus bairros. Alguns escapam do isolamento e tentam adotar bons valores, mas o sistema os oprime, tentando insinuar que por critérios biológicos e raciais, eles nunca vão desenvolver, mesmo que se convertam. Isso sim, de fato, é a mais hedionda mentira e a definição mais genuína de racismo, que deve ser combatido a todo custo.


No entanto, a forma de combate está errada.


Ao invés de marchar contra a maré como fez Martin Luther King, eles tentam agora “tribalizar” o país através do crime organizado, distribuindo drogas e vendendo músicas que fazem apologia a criminalidade como o “gangsta rap”. Quando o conflito os atinge, culpam os policiais e se fazem de vítimas, como se todos fossem obrigados a aceitar seus crimes e estivessem em um processo de vingança histórica racial aos moldes nazistas, só que inverso.


A morte de George Floyd está sendo usada como propaganda nesse mesmo sentido.

Não querem saber de julgamentos e nem o que aconteceu, usam a pressuposta violência policial como desculpa para se rebelar, queimando casas, roubando lojas e pisoteando a todos que ficam em seu caminho como verdadeiros selvagens. A mídia, disposta a conspirar contra os nacionalistas do governo, vão apoia-los, colocando os mesmos como vítimas sociais.


Os tribalistas africanos chegam junto com a depravação homossexual e a misandria feminista compondo a horda de zumbis progressistas, sofrendo, lutando por causas vazias em um mundo que não lhes deu o direito de conhecer a verdade. Por isso, eles estão sendo usados como ferramentas de desestabilização de seu próprio país, enquanto bilionários aplaudem, aguardando o próximo movimento de Trump. Podem ver que para isso não existe pandemia, esqueceram totalmente o discurso de “fique em casa”, em um país que o sistema publico de saúde é quase inexistente.


Por fim, eu os desafio a tentar adivinhar quem poderia ter impedido tal cenário?

Aos que responderam “Igreja Católica” acertaram precisamente.

Se missionários fossem concentrados nas ruas americanas e dedicassem suas vidas a evangelização dos negros, uma minoria católica poderia se formar na região e uma vez que sua cultura fosse superior, estes homens e mulheres teriam formado virtudes. Na primeira crise, seriam requisitados pelos brancos para ocuparem cargos de liderança.

Em uma realidade onde negros católicos superassem brancos protestantes, uma base em pleno território inimigo seria estabelecida e então, o combate a heresia seria levado até a capital do herege.


Mas aí se pensa, o que nosso atual papa está fazendo agora?


Certamente está mais preocupado com pautas ambientalistas, tentando disseminar sua “Laudato Si”. Está mais interessado em salvar arvores do que almas e se tornou mais um dos inúmeros parasitas de olho em nossa Amazônia.


Nessa brincadeira, o protestante ganha pontos, porque não tem como a Igreja Católica converter pagãos se tem ao mesmo tempo, um pontífice pagão, que abandona Cristo para louvar a natureza.


Resta-nos rezar por essas pobres almas, que perdidos em meio a tantas mentiras, continuam escravos, sendo mero sacrifício neste perpétuo jogo de interesses no interior dos Estados Unidos da América.

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