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  • Matheus Brasilino

Sobre a Queda do Regime

Este texto talvez não fique por muito tempo, mas ainda assim, julguei essencial fazê-lo.


Estamos em uma possível crise institucional, e nos próximos dias, talvez aconteça o que muitos julgaram como impossível. A Nova República, o regime fantoche criado em 1985, para nos conter, nos roubar, e nos iludir, está prestes a ser derrubado. O regime dos ladrões, das prostitutas, dos depravados e dos perversos está por um fio. Não quero parecer otimista demais, mas confesso que o rumo dos eventos me dá certa esperança, para conter um mal enraizado, que há muito tempo esperava por retaliação.


O presidente Bolsonaro, mediante ao resultado fraudado das urnas, mostra-se silencioso e relutante em deixar o poder. A mídia, e seus agentes se mostram apreensivos, os caminhoneiros travaram as estradas, e o povo se mostra pronto para lutar.


Para quem os esquerdistas vão correr?


Eles chamarão a polícia?


A polícia não deverá socorrê-los. Julgue que esses pobres homens combatem o crime organizado diariamente e são difamados pela mídia a todo tempo. O próximo governo deseja retirar as armas dos policiais e soltar os criminosos. Pretendem legalizar as drogas e tomar seus filhos de si via escola integral. Esses homens morrem todos os dias e o público não presta luto, mas quando eles vencem a batalha e matam o criminoso, todos os criticam, como se estivessem errados, ou fossem os vilões da história.


Eles não lutarão pela Nova República. A democracia nada os deu, a não ser ingratidão e dor. Se eles defenderem a “constituição”, estarão matando a sua própria alma e vendendo a si mesmo ao demônio. Penso eu que não farão. Deus queira que não o façam.


Os esquerdistas chamarão o exército então?


Logo eles, que viveram criticando os militares, chamando-os de torturadores e “brutamontes”. Logo eles, que sempre pregaram o pacifismo e cortam os gastos militares constantemente. Que pretendem nomear espiões estrangeiros ao ministério da defesa, enquanto infiltra feministas e gays nas fileiras combatentes. Que os chama de fascistas todos os dias, mesmo quando ficam calados.


Penso que eles também não se levantarão pela Nova República.


Os militares são o que mais amam esse país, e não o deixarão a mercê das forças revolucionárias. Eles juraram defender essas terras, e as defenderão arduamente, mesmo que tenham de levar até a última consequência.


A democracia nada os tem a oferecer, senão caos, e brechas para que os seus inimigos discursem aos jovens, corrompendo seus corações e mentes.


Os esquerdistas chamarão apoio estrangeiro?


Não, pois se chamarem, Rússia nos defenderá. E se não nos defender, que os enfrentemos, afinal, isso vai provar que nossos inimigos não passam de fantoches do anticristo.


Os esquerdistas clamarão a Deus?


De forma alguma, porque seus agentes infiltrados da teologia da libertação nem sequer acreditam em Deus, e se acreditassem, saberiam que nosso senhor não intercede pelos ímpios, mas sim pela disseminação da verdade e pela justiça.


Não podemos deixar esse momento morrer. Precisamos calar a boca dos corruptos, que se protegem por trás de falsas leis e falsos cargos. Precisamos expurgar a influência dos inimigos de nosso alto escalão, e com uma vitória decisiva, conquistar um novo amanhecer para nossa pátria, hierarquizada de forma correta e em termos definitivos.


Precisamos apoiar as manifestações.


Os que tem influência, compartilhem da palavra, os que tem suprimentos, abasteçam os caminhoneiros, e os que podem lutar, que os defendam das milícias comunistas que tendem a ataca-los. Esse é o primeiro passo de um plano maior, que poderá ser executado no feriado, se conseguirmos resistir.


Pensem em todos os injustiçados que estão esperando retaliação.


Todos que morreram nos hospitais, por falta de recursos desviados por políticos, pensem nos que morreram para o crime, por falta de segurança nas ruas, ou naqueles que foram humilhados e expulsos por discordarem do sistema. Imaginem tudo isso, enquanto veem os políticos sorrindo uns para os outros, pedindo “diálogo”, enquanto nossa raça é exterminada. Pense em cada bebe morto, por conta do incentivo as políticas de aborto, em cada ancião abandonado, por conta da destruição das famílias, de cada igreja corrompida, por conta de uma heresia não combatida. Não deixem um único pensamento escapar de sua memória.


Porque quando o fizerem, seus braços e pernas se mexerão, e estarão prontos para serem instrumentos do senhor. Conseguirão marchar contra as forças da estrutura, ignorando seus gritos pela mídia e fazendo a justiça que nossos ancestrais anseiam, enquanto nos assistem dos céus.


E somente quando a resposta do povo se refletir massivamente na ruptura institucional, o presidente pacificará as ruas, com as evidências das fraudes nas urnas que tem guardado consigo desde o dia da independência do ano passado, esperando por esse momento para mostra-las. Esperando por um dia onde nenhum “Temer” ou qualquer mestre maçom possa pará-los.


Mas então...vamos à luta?

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