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  • Matheus Brasilino

Sobre a Profanação do Natal

Atualizado: Nov 20

Este texto dissertará sobre o filme “A Primeira Tentação de Cristo” em exposição na Netflix e realizado pelo canal “Porta dos Fundos”, assim como analisará todos os ataques ao cristianismo que tal equipe já realizou em suas obras humorísticas. O site será inaugurado sobre tema recente, pois aqueles que lutam por uma sociedade que seja a cada dia mais próspera, precisam realizar as reflexões e assumir uma postura crítica em relação aos últimos eventos. Como um humilde colaborador, irei contribuir com algumas palavras.


Todo ano, ao final de cada período, o povo brasileiro realiza suas comemorações finais. O último mês se marca como especial, pois nos reunimos com nossos amigos e familiares, perdoamos aqueles que nos prejudicam e presenteamos os que tornam nossa existência mais agradável e alegre. É um mês de paz, cujas festividades já pararam conflitos de larga escala (como o “Christmas Truce” em 1914) e salvaram almas arrependidas através da fé.


O natal, como evento, define o calendário.


Dois milênios se passaram e hoje podemos perceber o quanto o nascimento de Jesus mudou os rumos da humanidade. Antes, o mundo era tomado por paganismo e idolatria a coisas fúteis, depois, passou-se a glorificar a verdade e o bem comum. O que era uma luta sem fim por interesses mesquinhos e egocêntricos, tornou-se o “bom combate” de Paulo, que possuía o amor como alicerce e a justiça como fim. O cristianismo mostrou a humanidade que existem coisas no mundo que transcendem a vida e aos interesses materiais, que existem causas que devem ser defendidas, mesmo sobre o pior dos martírios. Através do exemplo, ensinou.


Sobre as bases cristãs desenvolvemos nossa sociedade ocidental, que valoriza o matrimonio e maternidade, que não trata a sexualidade como um simples produto mercantil e mesmo desprezando o pecado, ama o pecador, construindo pontes, laços e portas para que através do espirito santo, aja conversão. A fé universal foi responsável por transformar ensinamentos em obras.


Mas essa mesma sociedade construída por nossos ancestrais, mostra-se hoje, em decadência.


As forças responsáveis pela degradação social sabem muito bem que não podem derrotar Cristo. Tem plena ciência que independente do quanto eles invistam, nada vai sobrepor a verdade. Não importa o tamanho da ordem de corrompidos que eles lancem, vão cair perante a fortitude dos crentes e ainda vão receber a palavra de Deus sobre aqueles que antes eram inimigos. Também não é relevante se eles nos atacam com exércitos ou com depravados fazendo protestos (que incluem feministas, LGBTs, movimentos raciais afros e indígenas, ambientalistas, marxistas de qualquer vertente ou simplesmente neo-pagãos), pois eles simplesmente desabarão por conta própria, devido a sua falta de base. Antigamente se chamava de “fúria divina”, mas suas quedas devem ser enxergadas como se eles fossem crianças carregando cargas que são incapazes de aguentar e por consequência, derrubando tudo no chão. Afinal, sem Cristo, estaríamos exatamente no mesmo cenário.


Logo, vendo que não podem apagar Cristo, eles tentam distorcê-lo.


O humor, como fonte artística, é essencialmente pedagógico. Através dos risos, podemos incluir pessoas em nosso meio social, assim como exclui-las. Somos capazes de, com apenas uma piada, transmitir bons ou maus valores e influenciar aqueles que estão próximos a nós. Os risos e a graça estão presentes em nossa alma e devido a isso, somos os únicos animais capazes de ter domínio sobre tal ato, de forma que Aristóteles observou em suas obras. Mediante a isso, devemos entender os limites de nossos atos, se visamos honrar nossos compromissos sociais.


A equipe “Porta dos Fundos”, como boa parte de nossos “Youtubers”, estão a mercê do capital estrangeiro. Através de acordos, eles são pagos para disseminar uma agenda anticristã sobre nossa população, alegando a defesa da “liberdade de expressão” para serem desleais e completamente desonestos em seu conteúdo. Como covardes incapazes de fazer uma crítica social consistente, eles apelam para a zombaria, pois tal método é mais popular, não requer uma profundidade argumentativa e nem mesmo qualquer compromisso com a verdade. Agem como pré-adolescentes em escolas, que quando tem inveja do “coleguinha”, usam do humor para disseminar o “bullying”, porque assim não precisam ser coerentes. Enquanto tem plateia, tem palhaço.


Através dos seus vídeos, podem se encontrar zombarias com alguns tópicos cristãos juntamente com o resto de suas atividades fúteis já sendo realizadas a um longo tempo. A falta de escrúpulos já os fizeram serem criticados muitas vezes, mas o orgulho e a quantidade de visualizações falam mais alto e estes se deixam corromper sobre o falso paradigma do sucesso.


A mais recente obra, no entanto, foi até o momento, o mais repulsivo de seus trabalhos.


Juntamente com o serviço mais popular de “streaming”, eles decidiram lançar um filme parodiando Cristo. Nele, não só distorceram a sua natureza divina, como o colocaram por ser o mais medíocre homem, sobre linguagem e comportamento vulgar e até mesmo o tornando homossexual.


Para se criticar tal ato, não se é necessário nem sequer ser cristão ou mesmo religioso, pois um bom senso ou até uma moralidade mediana os faria perceber de seus erros. Em pleno natal, ou seja, sobre o aniversário de Cristo, tentam atacar a sua imagem em prol de interesses políticos/financeiros, magoando inúmeras pessoas que amam a Deus e sentem a amargura de ter artistas o retratando como um depravado. Querem incomodar de propósito, pois acham que assim vão convencer as pessoas de que suas depravações não são malignas e que a verdade pode ser ofuscada em prol de risos do público, mas causam o efeito reverso.


Quanto mais tentam ridicularizar Cristo, mais se fica evidente a fragilidade de seus inimigos.


O homossexual, por essência, ao violar as leis naturais, condena-se a infelicidade e a uma vida de relacionamentos fúteis e sem teor espiritual. Por consequência, começa a culpar o sistema pela sua vida medíocre. Incomodados, tentam atacar as famílias, usando o estado para desmoraliza-las e, ao falharem, voltam-se a origem de tudo, que é Cristo, onde tentam representa-lo como um deles, apenas para se mostrarem ainda mais dignos de pena, buscando uma aceitação que nunca terão: nem da sociedade e nem de si mesmos.


O próprio termo “homofobia” em uma perspectiva lógica, não existe, pois se trata de uma invenção moderna. O que existe é a repulsa natural que o ser humano tem pelo pecado. O nojo da degeneração que atinge os pedófilos, também atinge os homossexuais e isso nunca será mudado, pois está na essência humana. Parodiar Deus como um deles é uma ofensa gigantesca, que além de não resolver nada, atrai a fúria da população contra os mesmos, pois os evidencia cada vez mais como um símbolo de tudo que não presta.

Em sua defesa, um dos membros respondeu que defende a “liberdade de expressão como alicerce para uma sociedade democrática” e que “as pessoas deveriam se importar com outros problemas sociais mais relevantes”. Considerando que não existe liberdade sem verdade, o primeiro argumento cai por terra, pois de nada importa a democracia, se esta não for alicerçada por valores cristãos, assim como não existe problema social mais importante do que um ataque direto a base moral dos brasileiros, pois sem ela, de nada se constrói.


Dito isso, é importante ressaltar que uma reação é necessária, ou os ataques a Cristo não irão parar.


Estamos em guerra, e uma que não vai acabar rápido. Para que não tenhamos mais baixas do que o necessário, precisamos estar cientes disso e projetar respostas proporcionais a todos os danos que nossos inimigos causam. Não é o tipo de situação que se pode optar pela neutralidade ou pedir por trégua, os lados estão bem definidos: são aqueles que acreditam na verdade e aqueles que tentam relativiza-la. Ao negar um, automaticamente o outro lhe arrasta, sendo que o primeiro é para a salvação e o segundo, para perdição.


Considerando tudo que foi visto, três pontos seriam de suma importância para que a guerra vire para nosso lado.


· A bancada LGBT precisa ser destruída como instituição social e política.


Enquanto houverem aqueles que defendem a depravação sexual, os ataques a Cristo não vão parar. O que pode parecer radical a princípio, mostra-se mais verdadeiro a cada dia, pois seus discursos se desmancham em contradições. Eles não buscam tolerância, pois isso eles já têm e no Brasil, sempre tiveram. A agressão arbitrária nunca foi permitida constitucionalmente aqui, independente do motivo. O que eles buscam é a destruição dos valores, porque como já foi dito, acham que isso os vai beneficiar de alguma forma.

Todo político, empresário e investidor que apoia a organização deve ser excluído da vida cristã. Se o alto clero não faz a sua parte em excomunga-los, então isso passa a ser dever do povo, que se não reagir proporcionalmente a um ataque direto a Cristo em pleno natal, estará jogando a sua dignidade as traças.


· A restauração da arte nacional


Nossos artistas em suma, formam uma elite corrupta e decadente.


Sobre influencia estrangeira, eles disseminam uma cultura apodrecida e sem bases. O estado poderia investir na criação de uma nova classe cultural que esteja disposta a pregar bons valores. Pode parecer idealista a princípio, mas estamos em vantagem, pois os mais talentosos, para florescer seu potencial, precisam ser virtuosos em essência, o que garantiria uma qualidade melhor em filmes, musicas, livros e etc.


Precisamos de menos “favela” e mais orquestra, e isso consequentemente geraria menos Youtubers covardes parodiando Cristo, para no lugar, termos mais gênios que tocam no coração das pessoas com seu trabalho.


Se o estado se recusar a tal proposta, devemos, como cidadãos, toma-lo. Se não democraticamente, que se arquitetem golpes, a curto ou a longo prazo, visando se construir uma fortaleza que resista ao liberalismo global.


· A defesa da família


Não podemos deixar de pensar também na salvação das almas daqueles que estão perdidos. É de se imaginar que, se cada membro da equipe de produção do filme viesse de uma família bem estruturada, seria muito mais difícil que os mesmos se tornassem tão cínicos a ponto de tal atitude. Uma boa criação poderia torna-los humoristas de verdade, que trazem alegria as pessoas. Nos resta agora rezar pelos mesmos para que se arrependam de seus maus atos.


Neste exato momento, as forças políticas e sociais lutam contra tal ataque, rezemos também para que os mesmos sejam bem-sucedidos. É de fato, um duro golpe, mas sempre houve e sempre haverão aqueles que satirizam o bem maior. Desde os guardas romanos que coroaram o redentor sobre uma coroa de espinhos, até artistas como John Lennon, apenas para agonizarem em suas medíocres vidas sem significado e mortes em miséria.

Mas que não deixemos tais atitudes nos abalarem, pois, a fé já está viva a dois milênios, e não vai ser agora que ela vai morrer. Mesmo se fosse possível matá-la, a ressurreição, como a que ocorreu diante dos apóstolos a eternizaria em seu máximo esplendor.

Quanto aos críticos, só lhe restam o curto tempo de prazeres antes do martírio, que os mesmos, por falta de espiritualidade, não serão capazes de sustentar.

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